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sexta-feira, 31 de maio de 2013

O extra de Deus.

 

 
          O apóstolo Paulo falou que o Evangelho é o poder de Deus para todo aquele que crê. Você crê? O Evangelho significa boas novas. Mas, são boas novas poderosas. O Evangelho é muito mais do que uma informação, Ele traz a manifestação do que Deus quer para a vida das pessoas. Ele é a possibilidade de transformação.
          “Ora, ensinava Jesus no sábado numa das sinagogas. E veio ali uma mulher possessa de um ESPÍRITO de enfermidade, havia já dezoito anos; andava ela encurvada, sem de modo algum poder endireitar-se. Vendo-a Jesus, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade; e, impondo-lhe as mãos, ela imediatamente se endireitou e dava glória a Deus. O chefe da sinagoga, indignado de ver que Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que se deve trabalhar; vinde, pois, nesses dias para serdes curados e não no sábado. Disse- lhe, porém, o Senhor: Hipócritas, cada um de vós não desprende da manjedoura, no sábado, o seu boi ou o seu jumento, para levá-lo a beber? Por que motivo não se devia livrar deste cativeiro, em dia de sábado, esta filha de Abraão, a quem SATANÁS TRAZIA PRESA há dezoito anos? Tendo ele dito estas palavras, todos os seus adversários se envergonharam. Entretanto, o povo se alegrava por todos os gloriosos feitos que Jesus realizava” (Lucas 13:10-17)
          Essa mulher era “filha de Abraão”, mas, talvez, por não entender dos seus direitos, por falta de conhecimento é que ela estava sofrendo. Lucas escreveu que havia uma força demoníaca encurvando aquela mulher. Existia uma força opressora que, talvez, se aproveitava da ignorância da mulher em desfrutar dos seus direitos. Alguma porta aquela mulher abriu para isto.
          Há pessoas que recebem o conhecimento e depois recebem a cura. Há outros que recebem primeiro a cura, para só depois receber o conhecimento. Foi o que aconteceu com aquela mulher. Jesus não falou logo qual o problema dela, Ele primeiro a curou e depois fez ela conhecer os direitos da aliança em que ela estava.
          Mas, note que Jesus disse: “satanás a trazia presa há dezoito anos”. Jesus tratou a doença como algo espiritual. Algumas pessoas, por não a verem assim, acabam se acostumando com alguma doença. Jesus poderia ter dado nome aquela doença, indicado algum remédio ou ter pensado: “é devido a idade, ou já faz tanto tempo, ela já se acostumou a ser assim”. Não! Jesus não a via como natural, como algo que poderia se resolver com remédio. Não! Ele foi logo quebrando o que estava por detrás daquilo, espiritualmente.
          Aquela mulher estava encurvada fisicamente devido uma força espiritual maligna. Mas, sabia que há muitas pessoas encurvadas espiritualmente? E a força que faz isso também é maligna. Algumas estão encurvadas por causa de mágoas. Outros por causa de pensamentos medíocres ou confissões erradas, e o diabo se aproveitou para as encurvar.
          “Aconteceu, depois disto, que andava Jesus de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus, e os doze iam com ele, e também algumas mulheres que haviam sido CURADAS DE ESPÍRITOS MALIGNOS E DE ENFERMIDADES: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios, e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com os seus bens” (Lucas 8:1-2)
          Novamente, vemos que a opressão e a enfermidade se tratam espiritualmente. Seja no físico, na área sentimental ou espiritual, não trate-as como naturais. Veja que estas mulheres ficaram tão gratas depois que foram livres que passaram a servir a Jesus até mesmo com os seus bens.
          Há muitas pessoas que não estão vivendo livremente para servir ao Senhor porque estão presas em alguma área, “encurvadas”. Paulo escreveu: “Eu não ignoro os planos do diabo, os desígnios do diabo” (II Coríntios 2.10). Da mesma forma que Deus tem planos para nós, o diabo também tem, para nos prender, nos encurvar. Paulo disse a Timóteo que há pessoas que estão presas “nos laços do diabo, tendo sido feitos cativos por ele para cumprirem a sua vontade” (II Timóteo 2.24). Há laços espirituais. Por isso, Paulo também nos disse: “Não dê lugar ao diabo” (Efésios 4.27).
          Não trate o pecado como natural, há consequências espirituais. Eu sempre aprendi e vi isto no Ap. Bud. Ele nunca tratou nada como natural. Lembro-me de um tempo, anos atrás, em que eu não estava em pecado, mas algumas coisas erradas estavam acontecendo comigo. Eu bati no carro, várias coisas quebravam na minha casa. Até que o Ap. Bud me disse: “Guto, tome posição!”. Irmãos, há coisas que até podem acontecer a nós, estamos no mundo, e isto devido o pecado de Adão que liberou a ação do diabo, mas, elas NÃO PRECISAM acontecer conosco. Podemos exercer a nossa autoridade e repreender essas coisas contra nós, vivendo imunes.
          Não viva o ordinário, o comum, o normal, o habitual. A Bíblia nos ensina a viver acima disto. Existe uma forma de vida sobrenatural. Deus nos convida a viver nela. Deus disse a Abraão que iria “multiplicá-lo extraordinariamente” (Gênesis 17.2). Irmãos, há um bônus, um EXTRA de Deus disponível para nós. E este EXTRA muitas vezes vem “de repente”. Há muitos “de repentes” na Bíblia.
          De repente, Jesus pediu o barco de Pedro. O que aconteceu depois? O EXTRA chegou. Deus é Deus de EXTRA. Ele é capaz de lhe dar um bônus. Mas, você precisa fazer alguma coisa, seguir a instrução que Deus lhe deu. Há ações de obediência que destravam coisas espirituais para a sua vida. Irmãos, a Bíblia diz que quando agradamos ao Senhor até os nossos inimigos são mudados ao nosso favor. Imagina o que mais Deus não pode e quer fazer em nossa vida?
          Não pense, fale e viva ordinariamente, conte com o EXTRA de Deus na sua vida. Não fique como aquela mulher, esperando dezoito anos o que estava disponível para ela desde o primeiro dia. Conheça a vontade de Deus, coloque a Palavra como um guia para orientar a sua forma de pensar e rechear as suas palavras. O que você quer que aconteça? Creia, pense na Palavra, declare a Palavra. É sobrenatural!
          Deseje os “de repente” de Deus, para isso, viva em obediência a Ele, ligado no sobrenatural. A sua vida é essencialmente espiritual, trate-a assim!

*Mensagem ministrada no Centro de Operações do Ministério Verbo da Vida

Fonte: http://verbodavida.org.br

Transei com o meu namorado, e agora?

 

Por Renato Vargens

          Como escrevi anteriormente (veja aqui) o sexo antes do casamento é pecado e afronta a santidade de Deus. No entanto, ao contrário do que deveria ser, muitos são aqueles que desobedecendo a Palavra de Deus tem tido relacionamento sexual com seus namorados.
          Pois é, a afirmação de que sexo antes do casamento é pecado, sempre foi defendido pelas igrejas protestantes. Todavia, por fatores diversos, tais princípios não estão sendo obedecidos por mais da metade da juventude evangélica brasileira. É exatamente isso o que diz um extenso trabalho de pesquisa entre 1994 e 2000 realizado pelo Ministério Lar Cristão.
          Numa importante pesquisa, Lar Cristão ouviu mais de cinco mil rapazes e moças, membros de 22 diferentes denominações, o resultado veio ao encontro daquilo que se suspeitava há muito tempo, mas nunca tinha sido comprovado assim, na fria lógica dos números:
          Nada menos que 52% dos jovens evangélicos criados na igreja praticam o sexo pré-nupcial. Destes, a metade não fica numa única experiência e mantém vida sexual ativa com um ou mais parceiros. Segundo a pesquisa, a idade média da perda da virgindade é de 14 anos, para os garotos, e 16, para as moças.
          Caro leitor, triste isso não? E olha que esses números são antigos. Fico pensando como deve estar a situação agora? Complicado não é verdade?
          Bom, se você leu esse texto e se encaixa no perfil daqueles que foi pra cama com o seu namorado gostaria de lhe dar algumas sugestões:
          1- Confesse a Deus o seu pecado. As Escrituras nos ensinam que se confessarmos os nossos pecados Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados. I João 1:09
          2- Abandone o seu pecado. Não adianta confessar o pecado sem abandoná-lo. Jesus ao lidar com a mulher adultera lhe disse: "Vai e não peques mais." João 8: 1-11
          3- Perdoe a si mesmo. Lembre-se que o sangue de Jesus derramado na cruz do calvário é suficiente para nos perdoar de todos os pecados e que temos advogado junto ao Pai, Jesus Cristo o Justo. I João 2:01
          4- Compartilhe sua fraqueza com alguém maduro pedindo oração.
          5- Fuja da aparência do mal. Não dê ocasião a carne, nem tampouco alimento o pecado.
          6- Se ainda assim for difícil, termine o seu namoro. Antes importa agradar a Deus do que viver em pecado. Se o seu namoro tem servido de tropeço espiritual é melhor que termine esse relacionamento.
          Prezado amigo, lembre-se que cabe a você rever seus valores não se deixando moldar pelos pressupostos deste sistema perverso e anticristão. Além disso, não esqueça jamais que você foi chamado por Deus a viver uma vida onde a liberdade e a responsabilidade transformam-se em marcas de uma geração comprometida com seu Senhor e consigo mesma.
 
Pense nisso!
 

As mesmas tempestades com pessoas diferentes.

Eliezer Rodrigues
Pastor da Igreja Verbo da Vida em Zona Leste-SP

          “Então, os marinheiros, cheios de medo, clamavam cada um ao seu deus e lançavam ao mar a carga que estava no navio, para o aliviarem do peso dela. Jonas, porém, havia DESCIDO AO PORÃO e se deitado; e dormia profundamente”. (Jonas 1.5).
          Pessoas já chegaram para mim e falaram: “Pastor, porque as coisas não estão acontecendo na minha vida? Eu tenho procurado fazer tudo certinho, de acordo com a Palavra, mas tudo que eu faço dá errado! O que está acontecendo?”. 
          Bom, eu sei que cada caso é um caso. Mas, por exemplo, lemos no texto acima, que o navio em que Jonas estava passava por uma grande tempestade. A tripulação desesperada enfrentava sérios problemas com a navegação sem saber por que aquilo estava acontecendo com eles e com temor de perderem as suas vidas.
          Por outro lado, podemos ver outra situação bem semelhante, a do apóstolo Paulo. Ele esteve em uma situação bem parecida como esta, em um navio, em perigo, em meio a uma grande tempestade onde muitos temiam perder as suas vidas também. (Atos 27.13-25). Eu te pergunto: qual a diferença entre Jonas e Paulo debaixo de situações tão semelhantes? A primeira e grande diferença é que Jonas estava indo na direção errada, fora da vontade de Deus.  Enquanto o apóstolo Paulo estava indo na direção certa, cumprindo a perfeita vontade de Deus para a sua vida, mesmo em meio a uma grande tempestade.
          Há pessoas que se lançam nas tempestades sem Deus e Sua Palavra através dos seus orgulhos, desobediências e incredulidades.  Estão fora da vontade de Deus, da presença protetora, porque lá no porão de seus corações estão escondidos, dormindo no erro. Famílias estão “pagando caro” simplesmente porque a liderança da casa, o cabeça do lar, decidiu pegar o navio para fora da vontade de Deus. Enquanto isso, a esposa e filhos se perguntam: “o que está acontecendo, por que essa ‘tempestade’ não passa logo?”. Enquanto o orgulho, a desobediência, estiver no porão do coração, as coisas continuarão difíceis, porque a presença de Deus nunca estará fora dos planos de Deus.
          Jonas teve que ser lançado fora do navio, para que a tripulação não pagasse o preço da destruição pela desobediência de um homem. Lança fora o orgulho, a desobediência e a intervenção divina chegará. Por fim, Jonas foi para o lugar que ele fugiu, porque ali estava a presença do Senhor.
          No caso do apóstolo Paulo, ele enfrentou e passou pela mesma circunstância; porém, Deus era com ele. Paulo estava na perfeita vontade do Senhor, indo para o lugar certo, cumprindo o plano de Deus. O anjo do Senhor lhe apareceu e disse que ele não temesse porque a vida de todos estava sendo poupada por causa da sua vida.
          As tempestades do mundo se levantam contra todos. Mas, somente aqueles que estão seguindo o plano e vivendo a vontade de Deus, firmando na Palavra e obedecendo-a, provarão da bondade, misericórdia, amor e a maravilhosa graça do Senhor Jesus.
          “Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda”. (Mateus 7.24-27)

 Mensagem retirada do site: www.verbodavidasaopaulo.com.br

Fonte: http://verbodavida.org.br

O caminho melhor.

 

          [...] o amor [o amor de Deus em nós] não insiste nos seus próprios direitos nem na sua própria vontade, porque não procura os seus próprios interesses [...] 1 CORÍNTIOS 13.5 (AB)
          Dedique tempo para deixar o texto de hoje penetrar no seu coração.
          Um número demasiadamente grande de pessoas preferiria dizer: “Mesmo assim, eu sei o que me pertence. Já tenho os meus direitos e vou exercê-los”. As pessoas insistem em impor a própria vontade por mais que suas ações prejudiquem o próximo.
          Eu era solteiro e tinha 20 anos quando pastoreei a minha segunda igreja. Morava em um quarto alugado na casa de um casal da igreja. O chefe da família conhecia a Bíblia e tivera uma experiência maravilhosa com Deus. No entanto, era do tipo de pessoa que dizia: “Tenho o meu direito de falar e vou exercê-lo. Sou membro daquela igreja tanto quanto os outros e darei a minha opinião”. Realmente, ele aproveitou seu direito de “dar palpite”, e os outros membros da igreja deram os seus até arruinarem a igreja.
          O texto em estudo afirma que o amor não insiste nos seus próprios direitos. Comece a crer em Deus e no amor. E o caminho melhor; é o caminho para você!
          Confissão: “Creio em Deus e no amor. Sou uma pessoa do amor. Não insisto nos meus direitos, não imponho a minha vontade nem busco meus interesses. Sou uma pessoa de Deus que tem o amor”.
 
Fonte: http://verbodavida.org.br

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Quando as diferenças já não fazem a menor diferença.

 

Por Hermes C. Fernandes

          Os discípulos estavam preocupados. Motivo? Alguém estava usando o nome de Jesus para fazer milagres. Ao contar a Jesus o que estava acontecendo, imaginaram que Ele daria um basta naquilo, exigindo que se respeitasse os direitos autorais de Sua mensagem. Mas para a surpresa deles, Jesus disse: "Não lhe proibais. Ninguém há que faça milagre em meu nome, e logo a seguir possa falar mal de mim, pois quem não é contra nós, é por nós" (Mc.9:39-40).
          Jesus jamais exigiu royalties ou direitos autorais de Suas obras ou mensagem. Ele queria que a mensagem fosse propagada.
          Paulo também captou o mesmo espírito, e por isso, declarou: "Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia (...) mas que importa? contanto que Cristo, de qualquer modo, seja anunciado, ou por pretexto ou de verdade, nisto me regozijo, sim, e me regozijarei" (Fp.1:15a,18).
          A mensagem de Cristo não é monopólio de quem quer que seja.
          Quanto as motivações, deixemos que Deus as julgue no momento certo. Por agora, o que importa é que a mensagem seja anunciada.
          Não importa se em uma igreja protestante histórica, ou em uma paróquia católica, ou numa igreja neopentecostal, ou mesmo em um centro espiritualista ou numa mesquita. A verdade é a verdade, não importa por quem está sendo anunciada. E quem ama a verdade, reconhece-a de cara, ainda que anunciada pelos lábios de um cético. Assim como podemos reconhecer a mentira, mesmo quando dita por aqueles que julgamos estar acima do bem e do mal.

Diferentes, mas nem tanto

          Em vez de realçarmos o que nos distingue  por que não realçamos o que temos em comum? Para isso, temos que descobrir quais as ameaças e os inimigos que temos em comum. Somente assim as diferenças já não farão tanta diferença.
          Por exemplo: em um país muçulmano, não faz diferença se você é evangélico ou católico. Ambos se reconhecem mutuamente como cristãos.
          Numa classe universitária na França, onde a maioria dos alunos se diz ateia  a diferença entre muçulmanos e cristãos perde a importância. O ateísmo é um "inimigo" comum para ambos os grupos, haja visto que são monoteístas.
          E quando somos ameaçados por um inimigo comum à toda a humanidade?
          Se fosse anunciado que um asteroide estava prestes a chocar-se com a Terra, pondo em risco a civilização humana, todas as diferenças religiosas, raciais, étnicas, culturais, perderiam totalmente sua relevância. Ateus, cristãos, espíritas, hindus, budistas, dariam as mãos num esforço coletivo para evitar a tragédia.
          Pode ser que não estejamos ameaçados pela queda de um asteroide  mas certamente há outras ameaças que nos assediam, e que demandam que nos unamos em um esforço comum para enfrentá-las. Entre elas, destacamos a violência urbana, o aquecimento global, as injustiças sociais, e por último, a crise financeira global. Estaremos fadados ao fracasso, caso não nos disponhamos a deixar nossos guetos ideológicos e darmos as mãos.
          Parafraseando Agostinho: "No essencial a unidade, no não essencial a liberdade, em tudo a caridade".
 
Fonte: http://www.hermesfernandes.com
 

pastores que oram pelos mortos uma velha-nova heresia.


          Outro dia ao participar de uma cerimônia fúnebre ouvi a seguinte oração feita por um pastor a favor do morto: "Senhor, eu oro por fulano e em suas mãos entrego sua alma." 
          Como é que é? Talvez você esteja pensando com os seus botões, foi isso mesmo que eu li? 
          Pois é, lamentavelmente foi exatamente isso que aconteceu. O pastor demonstrando uma enorme ignorância bíblica intercedeu pelos mortos.
          Prezado amigo, infelizmente, essa equivocada doutrina católica está ganhando adeptos entre os evangélicos, que por desconhecerem as doutrinas fundamentais das Escrituras comportam-se de forma absolutamente antagônica ao ensino bíblico.
          A prática de orar pelos defuntos iniciou-se por volta do 5º século (d.c), quando a igreja passou a dedicar um dia especifico do ano para rezar pelos seus mortos. No entanto, o culto de finados somente seria instituído na França, no século X, através de um abade beneditino de nome Cluny. Um século depois, os papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigaram aos fiéis a dedicarem um dia inteiro aos mortos. Já no século XIII o dia de rezar pelos finados finalmente começou a ser celebrado em 2 de novembro. Essa data foi definida por ser um dia depois da comemoração da Festa de Todos os Santos, onde se celebrava a morte de todos que faleceram em estado de graça e que por algum motivo não foram canonizados.
          Caro leitor, a Bíblia é absolutamente clara ao afirmar que após a morte só nos resta o juízo. Ensina também, que o fato de toda e qualquer decisão por Cristo só pode ser tomada em vida, o que, por conseguinte, nos leva a entender de que não existe fundamento teológico para interceder a favor dos mortos.
          Para os católicos romanos a referência bíblica que fundamenta esta prática encontra-se em 2 Macabeus 12.44. Entretanto, nós protestantes, não reconhecemos a canonicidade deste livro e nem tampouco a legitimidade desta doutrina, uma vez que o Protestantismo não se submete às tradições católicas e sim as doutrinas das Sagradas Escrituras.
          Segundo a interpretação protestante, a Bíblia nos diz que a salvação de uma pessoa depende única e exclusivamente da sua fé na graça salvadora que há em Cristo Jesus e que esta fé seja declarada durante sua vida na terra (Hebreus 7.24-27; Atos 4.12; 1 João 1.7-10) e que, após sua morte, a pessoa passa diretamente pelo juízo (Hebreus 9.27) e que vivos e mortos não podem comunicar-se de maneira alguma (Lucas 16.10-31).
          Ora, do ponto de vista bíblico é inaceitável acreditar que os mortos estejam no purgatório ou no limbo aguardando uma segunda oportunidade para a salvação. Em hipótese alguma nós como cristãos devemos celebrar ou participar de culto aos mortos, antes pelo contrário, fomos e somos chamados a anunciar aos vivos a vida que somente podemos experimentar em Cristo Jesus.

Soli Deo gloria,

Renato Vargens
 
 

O Papa Francisco e o ensino equivocado do universalismo.

          Há alguns dias atrás o papa Francisco afirmou  categoricamente que todos os homens, incluindo os ateus foram redimidos através de Jesus, tendo por direito a vida Eterna. (leia a matéria no Pavablog)
          Durante sua homilia na missa de quarta-feira (22/05 em Roma, ele enfatizou a importância de “fazer o bem” como um princípio que une toda a humanidade, e uma “cultura de encontro” para apoiar a paz.
          Usando um texto do evangelho de Marcos, o papa explicou como os discípulos de Jesus ficaram desapontados quando alguém fora de seu grupo estava fazendo o bem, de acordo com relatório da rádio do Vaticano.
          “Eles reclamam”, disse o papa em sua homilia, porque dizem: “Se ele não é um de nós, não pode fazer o bem. Se não é do nosso grupo, não pode fazer o bem.” E Jesus os corrige: “Não o proíbam, deixem-no fazer o bem”. Os discípulos  explicou o papa, “eram um pouco intolerantes”, ensimesmados na ideia de possuírem a verdade, convictos de que “aqueles que não têm a verdade não podem fazer o bem”. Isso estava errado… Jesus amplia o horizonte. Segundo o papa, “a raiz da possibilidade de fazer o bem – que todos nós temos – é a criação”.
          O papa Francisco disse ainda mais em seu sermão:
          “O Senhor nos criou a sua imagem e semelhança, e todos somos imagem do Senhor, e ele faz o bem e nos deu a todos esse mandamento em nossos corações: façam o bem e não o mal. Todos”. “Mas, padre, isso não é católico! Ele não pode fazer o bem.” Sim, ele pode. O Senhor redimiu a nós todos, a todos, pelo sangue de Cristo: todos nós, não apenas católicos. Todos! “Padre… os ateus também? Mesmo os ateus?” Todos! Devemos encontrar-nos fazendo o bem uns aos outros. “Mas eu sou um ateu, padre. Eu não acredito…” “Faça o bem: nos encontraremos lá.”
          Caro leitor, o ensinamento que afirma que todos os homens serão salvos pela misericórdia de Deus se chama “universalismo”.  Lamentavelmente essa falsa doutrina tem ganhado espaço até mesmo entre alguns dos chamados evangélicos.  Ora, as Escrituras são claras em afirmar que os réprobos serão condenados. Basta olharmos para os ensinamentos de Jesus que chegaremos a essa inequívoca conclusão.  (Mateus 5:21-22, 27-30; 23:15,33.) Portanto, negar a condenação dos pecadores, a existência do inferno afirmando a salvação de todos os homens é, portanto, rejeitar a autoridade de Jesus.
          Prezado amigo, o Inferno é uma realidade bíblica e não pode ser questionada, mesmo porque, segundo as Escrituras o próprio Deus o instituiu. O problema é que liberais e universalistas em nome do amor abandonaram nas prateleiras da vida, algumas verdades a respeito de Deus, como por exemplo a afirmação de que ele é Soberano, e como tal possui o direito de fazer aquilo que lhe apraz, e que o fato de determinar sua vontade quer em tragédias ou no estabelecimento do juízo eterno não o torna menos amoroso.
          Ora, o Universalismo afirma que todas as pessoas serão salvas por Deus. Essa percepção teológica apela para as emoções humanas e insinua que um Deus bom jamais enviaria as pessoas para o inferno.
          Sim Deus é amor, no entanto, ele também é justo e governa soberanamente sobre tudo e todos. Nosso Senhor estabeleceu que a salvação é por intermédio de Cristo. Se assim não fosse, por que então evangelizarmos? Por que fazermos missões? Por que obedecer as ordens da grande comissão? Ora, por favor, pare e pense comigo se o homem será salvo sem os méritos da cruz, por que razão Deus enviou seu filho para morrer por nós?
          Sinceramente, o Universalismo é uma grande e aberrativa heresia.
          Pense nisso!

Renato Vargens
 
 

"O bem-estar e o fascínio do provisório nos afastam de Jesus", afirma o Papa.

 

          "Para seguir Jesus, devemos nos despir da cultura do bem-estar e do fascínio provisório": foi o que disse o Papa Francisco, na Missa celebrada na Casa Santa Marta, na manhã desta segunda-feira, 27 de maio.
          Na homilia, o Papa comentou o Evangelho do dia, em que Jesus pede a um jovem que dê suas riquezas aos pobres e que O siga. “As riquezas são um empecilho, pois não facilitam o caminho rumo ao Reino de Deus”, disse Francisco.
          O Pontífice se referiu a duas “riquezas culturais”: antes de tudo, a “cultura do bem-estar, que nos deixa pouco corajosos, preguiçosos e também egoístas. O bem-estar é uma “anestesia”:
          "Não, não, mais de um filho não, porque não podemos fazer férias, não podemos comprar a casa... Podemos seguir o Senhor, mas até certo ponto. Isso faz o bem-estar: nos despe daquela coragem forte que nos aproxima de Jesus. Esta é a primeira riqueza da nossa cultura de hoje, a cultura do bem-estar.”
          A segunda riqueza é o fascínio do provisório. “Nós estamos apaixonados pelo provisório”, disse o Papa. Não gostamos das propostas definitivas que Jesus nos faz e temos medo do tempo de Deus:
          “Ele é o Senhor do tempo, nós somos os senhores do momento. Uma vez, conheci uma pessoa que queria se tornar padre, mas só por dez anos, não mais.” Além disso, muitos casais se casam pensando que o amor pode acabar e, com ele, a união.
          “Essas duas riquezas são as que, neste momento, nos impedem de prosseguir. Eu penso em muitos, muitos homens e mulheres que deixaram a própria terra para serem missionários por toda a vida: isso é definitivo! Assim como muitos homens e mulheres que deixaram a própria casa para um matrimônio por toda a vida: isso é seguir Jesus de perto! É o definitivo”, afirmou o Pontífice, que concluiu:
          “Peçamos ao Senhor que nos dê a coragem de prosseguir, despindo-nos desta cultura do bem-estar, com a esperança no tempo definitivo.”



Pr. Dave Roberson - Carta de Maio de 2013.

Ministério Ana Maria Dias
Caixa Postal 254 Barueri – SP 06455-972
Fone/Fax: (11) 4191-6425 minamd.org.br

DAVE  ROBERSON
Maio – 2013

Querido Amigo,

Eu estudei e meditei na graça de Deus por muitos anos e ainda fico maravilhado com a maneira pela qual a Sua graça pode tocar nossas vidas de tantas formas. O apóstolo Paulo entendeu e ensinou sobre esta graça com sua experiência e confiou nela para cumprir seu chamado apesar dos ataques do diabo. Se existiu outro homem além de Jesus Cristo que mereceu a atenção do diabo foi o apóstolo Paulo.

Escrevendo à igreja dos Coríntios, Paulo falou sobre as tentativas do diabo em derrotá-lo e destruir seu ministério, em Segunda Coríntios 12:7: E para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Então, ele deu a solução que encontrou para esse tormento de Satanás:
 Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim.    Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.    (2 Co. 12:8,9)

Nessa passagem, Paulo quis dizer, em outras palavras, “Por causa de toda revelação que eu recebi, foi-me dado um espinho na carne. Este espinho na carne veio para que eu não ganhasse credibilidade, nem fosse exaltado diante dos olhos de ninguém. Para todo lado que me viro, lá está ele. Eu clamei ao Senhor três vezes, pedindo-Lhe que tirasse aquele espinho, mas três vezes Ele me respondeu, ‘A Minha graça te basta’”.

Paulo concluiu dizendo, “Eu prefiro me gloriar nas minhas fraquezas – nas fraquezas como homem e nas limitações impostas em mim, nesta carne. Pois, quando sou fraco, então é que sou forte. Aliás, o Senhor me disse que a Sua força é aperfeiçoada em minhas fraquezas. Por isso, eu terei prazer nas fraquezas, sofrimentos e perplexidades; serei completamente dependente de Deus, pois Ele é mais do que suficiente!”

O que mais me fascina nesta passagem da Bíblia é que mesmo Paulo sendo um homem de grande revelação, entendimento e estatura espiritual, foi necessário que Deus enfatizasse o poder de Sua graça por três vezes antes que o apóstolo finalmente entendesse o que Deus estava tentando transmitir a ele. Se Paulo teve que ouvir a mesma mensagem da graça três vezes antes de receber a revelação, eu suspeito que você e eu ainda precisemos aprender muito no que diz respeito a essa graça.

De acordo com a parábola de Jesus sobre o semeador em Marcos 4, o semeador semeou a Palavra e imediatamente Satanás veio tentar roubá-la. De maneira similar, Paulo disse em Segunda Coríntios 12:7, “Por causa da abundância de minhas revelações, este ataque veio”. Em outras palavras, Satanás veio imediatamente para roubar a Palavra da vida de Paulo.

A fim de impedir a colheita de crentes nascidos de novo através do ministério de Paulo e deter o impacto que Paulo tinha nas vidas das pessoas ao estabelecer a doutrina na Igreja, Satanás tentou destruir a influência de Paulo. É por isso que o apóstolo disse em 2 Coríntios 13:3: “Vocês querem uma prova de que Cristo fala através de mim!” E Satanás está atrás da mesma coisa em nós: impedir que a Palavra de Deus semeada em nossos corações produza fruto em nossas vidas para o Reino de Deus.

Quando a Palavra é semeada, o diabo vem por uma razão: ele quer roubar a Palavra que foi plantada em seu coração. Isto porque ele sabe que é Ela a fonte que o levará a vitória. Então, o inimigo traz perseguição, aflição e os cuidados do mundo, esperando que fiquemos ofendidos, caindo nestas armadilhas. Se sucumbirmos às tentações de Satanás, ele então, será capaz de roubar a Palavra, impedindo-a de operar em nossas vidas. E quanto mais nos afastamos do plano perfeito de Deus para nós, mais Satanás conseguirá nos neutralizar e roubar a Palavra semeada em nosso coração.

Contudo, Paulo não agiu como as pessoas descritas em Marcos 4 que foram derrotadas pelos truques do diabo. Pelo contrário, Paulo disse no versículo 9, “Por isso, de boa vontade antes me gloriarei nas minhas fraquezas, a fim de que repouse sobre mim o poder de Cristo”. Ele também disse em Romanos 5:3, “... nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança”. Tiago confirmou que esta é a maneira que o crente deve reagir aos ataques de Satanás: “Meus irmão, tende por motivo de toda alegria passardes por várias provações” (Tiago 1:2).

No meio do inferno, à beira da morte, quando ele estava prestes a ser jogado aos leões ou a ser morto em uma caldeira, Paulo aprendeu uma chave espiritual crucial: em meio às circunstâncias mais adversas, a força de Jesus seria aperfeiçoada em sua fraqueza à medida que ele levantava suas mãos diante de Deus, glorificava e louvava-O em voz alta e adorava-O, hora após hora. A ADORAÇÃO PESSOAL foi a solução – a reação ao ataque do diabo que ativaria a graça em sua vida e trocaria sua condição de fraqueza pela condição de força de Deus.

A adoração é a mesma reação pela qual podemos trocar nossas fraquezas pela graça de Deus também. Ao aprendermos a concentrar nossa atenção e coração em Deus, louvando-O e adorando-O em todas as circunstâncias, nossa alma acabará aprendendo a depender Dele e de Sua graça para tudo.

No Corpo de Cristo de hoje, somos ensinados a entender a graça como aquilo que nos fez sermos salvos pela fé. Consequentemente, acreditamos que a graça de Deus é suficiente para nos levar além da barreira da morte até uma eternidade no Céu. Mas, Deus quer que entendamos que Sua graça é suficiente para aqui e agora! Sua graça nos basta para TODAS as situações dessa vida terrena. Da mesma forma que Paulo superou os ataques do diabo contra sua vida e ministério, você pode usar a graça de Deus como uma arma contra o seu problema. Como Deus disse a Paulo, Ele também diz a você: “O que você precisa está em Minha graça!”

Em meio a qualquer circunstância que você esteja passando, ative a graça de Deus em sua vida, escolhendo glorificá-Lo e entrar em comunhão com Ele. Paulo disse que devemos ter prazer em suas fraquezas e perplexidades porque ele sabia por experiência própria que a força de Deus seria aperfeiçoada em nós na presença de nossas fraquezas.

Ativamos a graça – entramos na herança daquilo que realmente somos em Cristo – quando, em meio à tribulação, colocamos nossa atenção em Deus e O louvamos e glorificamos pelo que Ele é em nossa vida, pelo que Ele fez e pelo que Ele diz que somos Nele. Ao fazermos isso nos despojamos de nossa dependência na carne – nossa capacidade e limitação – e colocamos toda dependência na graça, que é o posicionamento justo de Jesus. No momento em que isso acontece, o momento que você troca o seu posicionamento pelo Dele, você começa a reinar sobre o seu problema. É por isso que a Bíblia diz que quando você está fraco, você se torna forte!

Em Salmos 8:2, Davi fala sobre o poder da adoração: Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador. Mas em Mateus 21:16, Jesus cita este mesmo versículo um pouquinho diferente, dizendo: ...Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor”. Então, Paulo diz em Efésios 5:18,19: E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, Falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais. Ser cheio do Espírito é ser cheio de força, poder, sabedoria e ousadia – com a resposta para TODO E QUALQUER tipo de problema que esteja nos confrontando.

O louvor e a adoração a Deus mudam o foco de nossa atenção. Quando verdadeiramente colocamos nossos olhos em Deus, vemos quão grande Ele é e quão pequeno é o nosso problema comparado a Ele. Exatamente como aquela antiga canção diz: “Ponha os seus olhos em Jesus, olhe somente para a Sua face maravilhosa e as coisas da terra apagarão surpreendentemente obscurecidas pela luz de Sua glória e graça”. Em outras palavras, quando nossos olhos estão sobre Ele, nós paramos de nos preocupar, de nos queixar e O deixamos livre para agir. Em vez de ansiedade e medo, a paz e o amor dominam.

Quando o medo se faz presente, nossas mentes podem se tornar inquietas e a confusão pode reinar. Mas, quando pomos nossa atenção em Deus por um simples ato de nossa vontade, uma quietude e silêncio se estabelecem. Nós nos acalmamos e começamos a andar em confiança e propósito porque nosso caminho se torna direcionado por Deus. E na medida em que O adoramos e renovamos nossa mente com Sua Palavra, Sua força substitui nossas fraquezas.  
Veja as promessas de Deus sobre força, segurança e provisão para Seus filhos que colocam seus olhos sobre Ele:
Mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.  (Isaías 40:31)
O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem e os livra. (Sl.34:7)
Temei o SENHOR, vós os seus santos, pois nada falta aos que o temem. (Sl.34:9)
Invoco o SENHOR, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos. (Salmo 18:3)
Render-te-ei graças, SENHOR, de todo o meu coração,; na presença dos poderosos te cantarei louvores.
Prostar-me-ei para o teu santo templo e louvarei o teu nome, por causa da tua misericórdia e da tua verdade, pois magnificaste acima de tudo o teu nome e a tua palavra.
No dia em que eu clamei, tu me acudiste e alentaste a força de minha alma.(Salmo: 138:1-3)
Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim?   Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu. (Sl.42:5)
Eu o encorajo a determinar em seu coração que você louvará e adorará a Deus até que seus olhos se tornem verdadeiramente fixos Nele – até que você experimente uma troca da sua fraqueza pela força Dele, da sua enfermidade pela saúde Dele e da sua pobreza pela riqueza Dele. Pegue um tempo todos os dias e fique sozinho adorando e louvando para que a graça abundante de Deus possa ser ativada em sua vida!

Seu amigo e colaborador
DAVE  ROBERSON

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Governo chinês responde ao Papa Francisco: "a China protege a liberdade religiosa".

Govchines24052013

 

          A China "protege a liberdade religiosa" e a Igreja Católica do país "desfruta de um desenvolvimento saudável", assinalou nesta quinta-feira, 23 de maio, o Governo comunista em resposta à que disse o Papa Francisco na Audiência da última quarta-feira, para que os fiéis do gigante asiático possam viver “de maneira coerente sua fé”.
           “A China sempre foi sincera no seu desejo em melhorar as relações com o Vaticano e fez esforços positivos neste sentido”, assinalou numa coletiva de imprensa o Porta-voz do Ministério dos Assuntos Exteriores chinês, Hong Lei.
          Hong assegurou que o Governo chinês “apoia o papel desempenhado por figuras religiosas e por fiéis na promoção do desenvolvimento econômico e social”, porém insistiu que “a tradição na Igreja Católica do país asiático é gerir seus assuntos de forma independente”.
          O Vaticano é o único Estado europeu que reconhece Taiwan como País. Uma das condições para o restabelecimento de relações é a ruptura de relações diplomáticas com Taipei. “Esperamos que o Vaticano crie condições favoráveis para a melhoria nas relações diplomáticas”, conclui o Porta-voz.
          Na Audiência Geral desta quarta-feira, 22 de maio, o Papa Francisco lançou um apelo em favor dos católicos chineses “para que possam anunciar com humildade e alegria a Cristo e servir a seu país e a seus compatriotas de maneira coerente com a fé que professam”. “Convido a todos os católicos do mundo – disse o Santo Padre – a unirem-se em oração com os irmãos e irmãs que estão na China”.
          A troca de declarações entre China e Vaticano é a primeira desde que Papa Francisco e o Presidente chinês Xi Jinping, assumiram suas funções em meados de março. Na China existem entre 8 e 12 milhões de católicos, divididos entre os pertencentes à Igreja Patriótica (‘oficial’) – controlada pelo governo – e a clandestina, em comunhão com Roma e perseguida pelo regime comunista chinês em algumas ocasiões.
          Nos últimos anos houve progressos nas relações - quando foram nomeados Bispos com a aprovação do Vaticano -, mas também de tensões, quando a Igreja Patriótica nomeou bispos sem o conhecimento da Santa Sé.
          O governo chinês e a Santa Sé romperam relações diplomáticas em 1951, depois que o Papa Pio XII excomungou dois Bispos designados pelo governo chinês, que por sua vez expulsou o Núncio Apostólico, que estabeleceu-se em Taiwan.