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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O "pibão" e os moradores de rua.

Ricardo Patah

          Para que a população que não tem onde morar pare de crescer, é preciso impedir que o "pibinho" a atinja sem nenhum mecanismo de proteção
          A presidente Dilma Rousseff quer um "pibão" neste ano. Nós, brasileiros, também. Torcida é o que não falta. Os cenários é que não ajudam. Em 2012, crescemos 1%, ou perto disso. Agora, as previsões são um pouco mais otimistas.
          Se a economia não cresce, todo mundo sofre, mas quem está na base é que apanha mais. Até porque, se o "pibão" vira "pibinho", entra em funcionamento a diabólica máquina da exclusão social.
          Começa pelos despejos. Em 2012, os aluguéis subiram 7,8%, ficando acima da inflação. Quem não consegue pagar vai morar na rua.
          Com a economia fraca, cresce o desemprego. Entre os comerciários, por exemplo, foram demitidos cerca de 106 mil. E olhem que é uma categoria que trabalha com o consumo, um dos pilares da nossa economia.
          Desemprego pode trazer desagregação familiar. De novo, a solução pode ser morar na rua. Some-se a isso ainda alcoolismo e uso de drogas. E a máquina da exclusão não para.
          No Brasil, não há estatísticas confiáveis sobre moradores de rua. Pesquisa feita em 2009, pelo governo federal, em 71 cidades, encontrou 31 mil pessoas nessa situação. Mas há quem diga que, se considerarmos catadores de papel, flanelinhas e outros trabalhadores braçais, esse número pode ficar entre 300 mil e 1 milhão de pessoas, a maioria vivendo precariamente nas ruas.
          Em São Paulo, a última pesquisa foi feita em 2011, pela prefeitura. A população de rua contabilizada chegava perto de 15 mil pessoas. De 2008 para cá, esse número dobrou. A grande maioria vivendo de bicos, sem carteira assinada e sem direito a benefícios sociais. E o que é pior: ainda não chegou até eles a lei que implantou a Política Nacional para a População em Situação de Rua, assinada pelo então presidente Lula, em 2009.
          Pela lei, essa população deveria ter acesso à educação, trabalho, saúde, moradia e outros benefícios. Mas, até agora, quase nada disso existe.
          É o que me conta, quase todos os dias, Anderson Miranda, um ex-morador de rua que desenvolve um trabalho com essa população pela União Geral dos Trabalhadores (UGT) e pelo Sindicato dos Comerciários de São Paulo.
          Anderson é também coordenador nacional de População de Rua e foi contemplado pela presidente Dilma Rousseff com o Prêmio Direitos Humanos, pelo trabalho social que desenvolve.
          Ele garante, enfático, que "Lula criou uma excelente lei", mas até agora o que funciona mesmo é o almoço de Natal -em 2012, realizado no dia 21 de dezembro, com a presença da presidente Dilma e do próprio Lula. Anderson diz que só acontece alguma coisa quando surge uma emergência. Nada mais.
          Para vocês perceberem como a coisa é complicada, Anderson relata que "pouquíssimos moradores de rua" têm acesso a um dos 20 restaurantes Bom Prato (R$ 1 o almoço e R$ 0,50 o café da manhã), do governo estadual. "O pessoal chega mal vestido ou com cheiro de pinga e é barrado." Até mesmo o acesso a albergues é complicado, por causa das normas implantadas nesses locais. Morador de rua gosta mesmo é de dormir na rua.
          A violência agora está mudando um pouco esse hábito. Aqui também não há estatísticas confiáveis. O jornal "O Trecheiro" (voltado para essa população) fez um levantamento em 2011 e constatou que, naquele ano, 142 pessoas em situação de rua foram mortas em nosso país.
          Parece muito óbvio que, para mudar isso, temos dois caminhos: criar sistemas que não deixem as pessoas chegarem às ruas e implantar, de uma vez por todas, a lei criada por Lula.
          E torcer para que o "pibão" de Dilma realmente aconteça.

Poder delegado.

          Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto [...] MATEUS 28.18,19 (ARA)

          A autoridade na Terra é constituída no Nome de Jesus Cristo; autoridade que Ele obteve quando venceu Satanás e foi, posteriormente, delegada à Igreja pelo próprio Jesus Cristo.
          Jesus proferiu essas palavras em Mateus 28 após Sua morte na cruz, após Seu sepultamento, após Ele ter derro­tado Satanás no inferno, após a Sua ressurreição, e após Jesus ter garantido com Seu próprio sangue a Sua entrada no Santo dos Santos celestial – porém, imediatamente antes da Sua ascensão, para sentar-Se à destra do Pai.
          Jesus disse que toda a autoridade no céu e na Terra foi dada a Ele. Imediatamente, Ele investiu também a Sua Igreja na Terra com essa autoridade, ordenando: Ide, portanto [...]
          Marcos registrou as palavras de Jesus nessa mesma oca­sião: E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão (Mc 16.17,18).
          Confissão: “A autoridade que há no Nome que está acima de todo nome foi dada à Igreja. Foi dada a mim. Tenho autoridade sobre todo o poder do inimigo”.

Fonte: www.verbodavida.org.br

Autoridade.

          Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada, absolutamente, vos causará dano. LUCAS 10.19 (ARA)

          A palavra grega exousia significa autoridade. Ela é diferente da palavra que traduz poder. No texto supracitado, temos autoridade para pisar serpentes e escorpiões e todo o poder do inimigo.
          Qual é a diferença entre poder e autoridade?
          O que pode fazer um policial uniformizado para orientar o fluxo do trânsito na hora do rush? Ele pode fazer muito. Isto por que o policial tem o poder, a força para frear as possantes máquinas? Não! Seus maiores esforços físicos não poderiam parar os carros que andam velozmente. Ele não tem poder para fazer isso, mas tem algo muito melhor. O policial está investido com a autoridade do governo ao qual serve. Por isso, mesmo um estrangeiro na cidade reconhece essa autoridade e lhe obedece.
          A autoridade é o poder delegado.
          Confissão: “Recebi autoridade para pisar serpentes e escorpiões e autoridade sobre todo o poder do inimigo. Absolutamente nada me causará dano”.

Fonte: http://verbodavida.org.br

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Passo 4: conte.

          Louvai ao Senhor e invocai o seu nome; fazei conhecidas as suas obras entre os povos. Cantai-lhe, cantai-lhe salmos; falai de todas as suas maravilhas. SALMO 105.1,2

          Passo 4: conte. Então, a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade (Mc 5.33). Não somente Jesus ouviu a mulher relatar a verdade, mas também a multidão inteira a ouviu.
          Jesus me disse, no tocante a esse passo: “Conte-o a fim de que outros possam crer e receber”.
          Há uma diferença entre esse passo e o primeiro passo. O pri­meiro passo é: declarar. O quarto é contar.
          A mulher declarou aquilo em que acreditava. Então, depois de ter recebido, ela contou o que lhe acontecera.

1. Declare
2. Realize.
3. Receba.
4. Conte

          Perguntei a Jesus, quando Ele me explicou esses passos: “Senhor, estás me dizendo que qualquer crente, em qualquer lugar, poderá preencher um cheque de vitória sobre o mundo, a carne e o diabo?”
          Respondeu Jesus: “Enfaticamente, sim. E, se não o fizerem, nada será feito. Estarão perdendo tempo, orando para que eu lhes dê a vitória. Terão de preencher seu próprio cheque”.
          Confissão: “Rendo graças ao Senhor. Faço conhecidos entre os povos os feitos dEle. Canto-Lhe salmos. Narro todas as Suas maravilhas!”

Fonte: http://verbodavida.org.br (Maná Diário de Kenneth Hagin)

Marina reúne apoiadores e descarta fazer concessões por novo partido.

          De olho na disputa presidencial de 2014, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva reuniu-se na noite desta terça-feira com apoiadores em São Paulo para discutir a criação de um novo partido político.
          O encontro reuniu cerca de 350 pessoas, segundo estimativa dos organizadores, em um auditório na zona oeste da cidade. Ao chegar ao local, a ex-ministra, que foi candidata ao Planalto em 2010 pelo PV e recebeu quase 20 milhões de votos, foi recebida aos gritos de "Marina presidente".
          O evento foi organizado pelo Movimento por uma Nova Política, que surgiu em 2011, quando Marina deixou o PV após desentendimentos.
          A ex-ministra falou ao público ao lado de apoiadores como o empresário Guilherme Leal, que foi vice em sua chapa em 2010, o vereador Ricardo Young (PPS), João Paulo Capobianco e o deputado Walter Feldman (PSDB).
          O nome e o programa do partido ainda não foram definidos e serão discutidos em reunião marcada para o dia 16 de fevereiro, em Brasília. Para que a nova sigla participe da disputa em 2014, será preciso reunir 500 mil assinaturas até outubro.

Zé Carlos Barretta/Folhapress
Marina Silva fala durante encontro para discutir formação de novo partido político
Marina Silva fala durante encontro em São Paulo para discutir formação de novo partido político

          Durante o encontro, Marina descartou fazer concessões para receber em sua nova sigla lideranças partidárias que não se alinhem com o ideário do movimento que a apoia. "Não se está fazendo adaptação de discurso para integrar pessoas de qualquer forma", afirmou.
          Questionada especificamente sobre o tucano José Serra, que avalia deixar o PSDB, Marina disse que dificilmente ele se enquadraria no perfil do novo partido.
          "Essas lideranças têm tido muita dificuldade de entender a questão do desenvolvimento sustentável, e não é pelo que se diz, é pelo que se faz. A postura dessas lideranças em relação ao Código Florestal e outros retrocessos que estão acontecendo hoje. Dificilmente acho que teriam identidade programática", disse Marina.
          Feldman, que disse ter avisado o PSDB sobre seu apoio à nova sigla de Marina, afirmou que o processo de criação do partido será diferente da de outras siglas, pois a busca será por apoiadores dos ideias. "500 mil assinaturas são fundamentais, mas se forem 500 mil numéricos [sem apoio ideológico], não vale à pena", disse.
          O vereador Ricardo Young, que em 2010 estava no PV ao lado de Marina, disse não estar preocupado com o calendário eleitoral, mas pediu aos apoiadores que "arregacem as mangas para levantar a legenda".

(NATÁLIA PEIXOTO)

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Passo 3: receba.

          E logo se lhe secou a fonte do seu sangue, e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal. E logo Jesus, conhecido que a virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão e disse: Quem tocou nas minhas vestes? MARCOS 5.29,30

          Ele era o único representante da Deidade que operava. Jesus foi ungido com o Espírito Santo (At 10-38). Naquela época, quem desejasse chegar-se à fonte de poder deveria ir aonde Jesus estivesse. Hoje, o Espírito Santo á a Pessoa da Deidade que atua na Terra. Ele está presente em todos os lugares, e, onde estiver o Espírito Santo, ali haverá poder.
          As bombas nucleares liberam a radioatividade na atmosfe­ra; um poder que não pode ser visto ou sentido, mas que é perigoso e mortal. No entanto, há um poder que opera na Terra neste momento, que não é perigoso nem mortífero; um poder que é bom, que cura e liberta os homens – o poder do Espírito Santo!
          Ao dar-me os quatro passos para ver realizados os milagres divinos, Jesus me disse: “O poder sempre está presente em todos os lugares. A fé fundamenta a ação, faz com que você trabalhe, utilize o poder”.
          A fé daquela mulher fez com que o poder fluísse de Jesus para dentro dela. Com nossa fé podemos ligar o plugue na força de Deus, que está presente em todos os lugares, e colocar aquela potência em ação para nosso próprio bem!
          Confissão: “Reconheço que o poder de Deus está presente em todos os lugares. Eu sei ligar o plugue nessa força e colocá-la em ação para meu próprio bem. A fé é a tomada”.

Fonte: http://verbodavida.org.br (Maná Diário de Kenneth Hagin)

Reconhecendo a fonte.

 

          Com freqüência, antes de podermos receber algo de Deus, nós devemos encontrar respostas a perguntas que nos impede de receber aquilo que estamos buscando. Enquanto perguntas enchem a nossa mente, nós teremos dúvidas e nossa fé será impedida. Eu sei por experiência própria quando estava em um leito de enfermidade, que existiam perguntas em minha mente e elas tinham que ser resolvidas antes que a minha fé pudesse ser efetiva.
          Por muito tempo o diabo tentou me dizer que Deus tinha me afligido e estava me castigando por algo errado que eu tinha feito. Eu ouvi isto por um tempo, mas finalmente eu disse: “Diabo, eu nasci com um coração deformado e problemas internos sérios. Porque Deus me castigaria por algo que eu nem sei? Isto não deve ser verdade”.
          Então o diabo disse: “Você está doente por causa de algo que os seus pais fizeram”. Foi isto que os discípulos pensaram acerca daquele homem que era cego de nascença. Eles perguntaram Jesus, “Mestre, quem pecou, este homem ou os seus pais para que ele nascesse cego?” (João 9:2).
          Algumas pessoas mal interpretaram a resposta de Jesus. Elas acham que o homem estava doente apenas para que Deus o curasse. Se isto fosse verdade, Deus não seria tão Deus assim. Mas, graças a Deus, isto não é verdade.
          Jesus disse: “Eu devo fazer as obras daquele que me enviou” Versículo 4. Então Ele imediatamente fez as obras de Deus curando aquele homem. Quando o diabo viu que eu ainda cria em cura, ele tentou me convencer que não era da vontade de Deus eu ser curado. Ele disse: “A cura é real, mas não é da vontade de Deus curar a todos. Você é um daqueles que não é da vontade Dele te curar”.
          É ilógico crer que Deus cura e ao mesmo tempo crer que Ele não vai te curar. Mesmo eu tendo ouvido pessoas dizerem: “Sua doença é uma obra de Deus”. Eu não podia aceitar aquilo. Outras pessoas diziam: “Bem, talvez Deus não tenha mandado, mas Ele permite isto para um propósito”. Mas isto seria quase a mesma coisa.
          Eu nasci de novo enquanto estava no leito de enfermidade, mas mesmo depois disso eu tinha perguntas. “Porque eu?” Eu perguntava a Deus.
          “Porque eu nasci desse jeito? O Senhor me fez nascer prematuramente? Porque eu não podia ter uma infância normal? O Senhor tirou de mim a minha infância? Agora eu estou no leito de enfermidade e cinco médicos dizem que eu vou morrer. Eu não tenho nada a ver com isto Deus, o Senhor tem?”
          Tais perguntas exigiam uma resposta, mas ninguém realmente te dá uma resposta. Elas dão algum conceito teológico que não leva a nada. Eu sou tão feliz porque eu encontrei a resposta.
          “Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; O QUAL ANDOU FAZENDO BEM, E CURANDO A TODOS OS OPRIMIDOS DO DIABO, porque Deus era com ele”. (Atos 10.38)
          Este versículo me mostrou que Satanás é o opressor. Ele causou o meu nascimento prematuro, eu ter um coração deformado, ficar totalmente paralisado e ter uma doença no sangue que era incurável.
          Jesus é o libertador, o doador da vida. Ele é o Salvador. Jesus é Deus manifesto na carne!
          Eu fiquei tão feliz quando descobri esta verdade. Depois que eu vi o que a Bíblia diz, eu recebi minha cura.
          Eu me arrastei para fora da minha cama e disse: “Eu não vou morrer. Eu vou viver!” Eu tinha 17 anos de idade. Eu nunca tinha ouvido uma pregação sobre cura. Mas a Bíblia dizia sobre isto, Eu cri naquilo e ponto final.

Fonte: www.verbodavida.org.br (Sementes do Irmão Hagin)

Missionários Simon e Adriana Potter relatam os planos para o início de 2013.


          Os missionários Simon e Adriana Potter enviaram uma maravilhosa carta notícia relatando as últimas viagens no final do ano passado e os planos para o início deste ano. Leia-a abaixo:

          Queridos irmãos e amigos,

          Saudações de uma Oxford cheia de neve! É inverno, mas desfrutamos do calor do Sol da Justiça nos nossos corações, na pessoa do Espírito Santo, Ele nos aquece, nos guia e nos dá sabedoria.
          Confiamos que vocês tenham começado o ano de 2013 na expectativa de grandes coisas que Deus fará em suas vidas, sua cidade, seu estado e nação!

PARIS E O SUDESTE ASIÁTICO

          Desde a nossa última carta notícia, o ano passado, estivemos na França e Sudeste Asiático. Foi uma viagem frutífera e galardoadora, ensinamos em diferentes Centros de Treinamento em Myanmar, Vietnã, Singapura e em uma igreja na França. Nos alegramos em ver como o povo de Deus está crescendo com a Palavra da fé em diferentes partes do mundo mas ainda há uma grande necessidade de mais obreiros indo e semeando aquilo que tem mudado suas vidas: A infalível e imutável Palavra de Deus!

OXFORD

          Retornando da Ásia, no início de dezembro, passamos o resto de 2012 em Oxford de volta às nossas atividades aqui na igreja com a supervisão dos grupos familiares, reuniões de oração, pregando na igreja, ministrando no grupo familiar de língua Portuguesa, assistindo aos pastores como também atividades extras relacionadas ao Natal e ao final e início de ano.
          O Senhor está animando a todos nós com uma visão fresca e nos encorajando a sonhar mais e mais os sonhos dEle. Os cultos da Oxford Bible Church (OBC) têm acontecido em uma quadra de um colégio desde o início da igreja. Pela direção do Senhor, os líderes da igreja têm fielmente, a cada mês, investido em missões nos últimos 21 anos e não em um prédio próprio. O Senhor tem falado que agora é tempo de desejarmos um edifício. Ele é o Deus do impossível, os pastores e a igreja estão com a expectativa do milagre de Deus. Esse é o tempo da colheita para OBC!

PRÓXIMA VIAGEM: ESTADOS UNIDOS

          Estaremos indo para os Estados Unidos no início de fevereiro. Participaremos do Seminário de Inverno em Rhema Tulsa. Também estaremos ministrando em diferentes igrejas em outras cidades. Estamos com grande expectativa para essa viagem. Somos conscientes dos propósitos do Senhor em tudo o que fazemos.
          E essa é a oração que pedimos a vocês, que estejamos sempre fazendo aquilo que o Senhor nos guia a fazer, mais sabedoria, mais sensibilidade ao Seu Espírito. Não pertencemos a nós mesmos e desejamos viver isso a cada dia, sendo servos do Deus vivo, pela graça e poder que só vem dEle!
          Agradecemos pela sua generosidade em orar e/ou contribuir. E o nosso Deus, segundo as Suas riquezas em glória, suprirá cada uma das suas necessidades! Esse é o tempo da sua colheita!
          Amamos vocês e somos cheios de gratidão pela sua vida.

Um sincero abraço e até a próxima,Simon e Adriana

Fonte: www.verbodavida.org.br (Agência de Missões)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Familiares de viciados já buscam internação à força em SP.

GIBA BERGAMIN JR.
DE SÃO PAULO

          O programa de internação compulsória de viciados em drogas, do governo do Estado, começa hoje em São Paulo com expectativa de filas por causa da alta demanda de familiares em busca de tratamento forçado a parentes que não largam o vício.
          A Folha esteve nos últimos dias no Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas do Estado), no Bom Retiro, onde haverá um juiz, um promotor e um integrante da OAB para definir a necessidade de internação.
          Ouviu de funcionários que, durante a semana passada, muitos parentes de viciados em crack entraram em contato. "Eles telefonaram para saber quando o juiz vai estar aqui. Só hoje [anteontem] foram cinco telefonemas", disse um funcionário à reportagem.
          O governo estadual diz que tem capacidade para atender a demanda e que há cerca de 700 leitos no Estado para isso. O viciado pode, por exemplo, ser levado para ser internado em outro Estado.
          A internação compulsória está prevista na lei de psiquiatria. Para que ela ocorra é necessário que um médico assine um documento indicando que o usuário precisa ser internado, mesmo contra a vontade. A Justiça decide se isso deve ou não ser feito.
          A criação do programa para esse tipo de medida ocorre um ano depois de uma intervenção policial na região da cracolândia, que visava coibir o tráfico e tentar levar usuários a tratamento. Não surtiu efeito -- a venda da droga persiste e as ruas seguem tomadas por usuários.

PROTESTO

          Um protesto organizado por meio de um fórum no Facebook acontecerá hoje em frente ao Cratod.
          Entre os apoiadores da manifestação está padre Julio Lancelloti, defensor dos direitos dos moradores de rua.
          "A internação compulsória é considerada o último recurso. É a exceção e não pode virar regra", disse. O padre questiona se há capacidade para atender todos.
          Ele, que se reuniu com entidades de atendimento a viciados durante a semana, disse que o temor de todos é o mesmo. "O que a gente prevê no dia 21 (hoje) é um número muito grande de mães querendo a internação involuntária dos filhos", disse.
          Na involuntária, um parente vai a um centro de atendimento e pede a internação. Um promotor tem 72 horas para analisar o caso, sem a necessidade de juiz. É diferente da compulsória, que depende do aval de médicos e que passará pelo magistrado, mesmo sem aval da família.

OUTROS PAÍSES

          Segundo Ronaldo Laranjeira, professor titular de psiquiatria da Unifesp, a internação compulsória é bastante aplicada no interior de São Paulo -- a medida foi usada em 50% dos internos da clínica Bairral, em Itapira (a 164 km de São Paulo), diz ele.
          A internação contra a vontade do dependente é comum na Europa e nos EUA. "Na Suécia, por exemplo, 30% das internações são involuntárias, lá chamadas de coercitivas. Tecnicamente falando, a experiência é boa, mas precisa haver estrutura para atender a demanda", disse ele.
          Laranjeira diz que, na Inglaterra, onde trabalhou, após um médico decidir pela internação compulsória, uma comissão de especialistas é acionada para endossar ou não a necessidade.
          O psiquiatra Elko Perissinotti, do Hospital das Clínicas, teme que a medida possa se mostrar inócua.
          Segundo ele, o índice de recuperação é muito baixo, não chega a 2%. "Muitos autores dizem que após o uso contínuo, a pessoa pode se tornar dependente crônica. Mesmo após um diagnóstico de suposta 'cura', a pessoa tem recaídas e volta para o mesmo estágio em que estava antes", afirmou.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Passo 2: realize.

          "Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras [ações correspondentes]? Porventura, a fé pode salvá-lo? Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Bem vês que a fé cooperou com as suas obras [de Abraão] e que, pelas obras, a fé foi aperfeiçoada." TIAGO 2.14,18,22

          Passo 2: realize. A mulher com a hemorragia não teria experimentado proveito algum em dizer: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei, se não tivesse agido à altura do que dissera.
          Jesus me revelou naquela visão: “De acordo com suas ações, você poderá ser um derrotado ou obter a vitória. Conforme suas ações, você recebe ou é impedido de receber”.
          Isso é importante. Leia de novo essa declaração.
          A epístola de Tiago foi escrita aos cristãos. Tiago alertou: Meus irmãos, que aproveita. A maioria das pessoas pensa que Tiago estava escrevendo a respeito da salvação, mas, na realidade, escrevia a pessoas já salvas, indicando que a fé sem as ações pertinentes não funciona. É um grande erro confessar fé na Palavra de Deus e contradizer nossa confissão por meio de ações contrárias. As ações devem corresponder àquilo que dizemos e cremos, para recebermos da parte de Deus.
          A mulher com fluxo de sangue disse: “Se eu apenas tocar nas vestes de Jesus, ficarei curada”, e, em seguida, agiu com base nessas palavras e recebeu a cura.
          Confissão: “Minhas ações se harmonizam com a Palavra de Deus. Minhas ações me ajudam a ter a vitória. Através de minhas ações, coloco-me em posição de receber da parte de Deus!”

Fonte: http://verbodavida.org.br (Maná Diário de Kenneth Hagin)