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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Debate sobre casamento gay está parado no Congresso.

Deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) apresentou proposta de emenda à Constituição

Para começar a ser discutido, é preciso que 171 deputados apoiem projeto; até agora, só 90 assinaram a favor

DE BRASÍLIA

          Enquanto o STJ acaba de autorizar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, o Congresso está a 81 assinaturas de aceitar o começo desse debate. Há oito meses, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) busca apoio para apresentar uma proposta de emenda à Constituição que permitiria o casamento e a união estável independentemente do sexo. 
          Só conseguiu 90 das 171 assinaturas para que a proposta seja aceita pela Câmara e comece a ser discutida. "Eles falam: 'Isso eu não vou assinar'. Coloquei um rapaz para colher assinaturas nos corredores [prática comum no Congresso], ele ficou três semanas e só conseguiu quatro", diz Wyllys.
          Segundo especialistas, a iniciativa de Wyllys é a primeira que trata do casamento gay. Outras menos abrangentes foram discutidas e rejeitadas, como o projeto de união civil apresentado em 1995 pela então deputada Marta Suplicy (PT). Para o assessor da Frente Parlamentar Católica, Paulo Fernando Melo, é improvável que Wyllys tenha sucesso. "Os deputados, mesmo os que podem ter simpatia, não vão se expor."
          "Quando todos os gays estiverem casados, o Congresso vai aprovar o casamento. Vamos largar a toalha do Legislativo e atuar no Judiciário", diz Toni Reis, da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).
(JC E FS)

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2610201102.htm

Para jurista, casal homossexual não pode ser família.

ENTREVISTA

EMILIO SANT'ANNA
DE SÃO PAULO

          Um dos pressupostos do casamento é a formação da família. Segundo o advogado Ives Gandra Martins, 76, professor emérito da Universidade Mackenzie, um casal homossexual deve ter seus direitos assegurados, mas não pode ser considerado como uma unidade familiar pois não pode gerar descendentes.
 
Folha - Como o senhor avalia a decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ?
Ives Gandra Martins - Os pares gays têm todo os direitos, mas o que eles não são é família. Segundo a Constituição, não são porque não podem gerar prole. Qualquer que seja a decisão do STF ou do STJ, do ponto de vista doutrinário não são família.

O sr. é favorável a uma mudança na Constituição?
Não. A família é a base da sociedade. Se todo mundo for gay acabam o Estado e a sociedade.

O sr. acha que as pessoas entendem sua postura?
Não sei, mas está na Constituição e é a minha posição. A família, que cria valores e é o primeiro berço do cidadão, só pode ser heterossexual. Não tenho preconceito, reconheço que têm todos os direitos, só não são família.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2610201106.htm

STJ autoriza, pela 1ª vez, casamento gay.

Por 4 votos a 1, Corte rejeitou decisão do TJ do Rio Grande do Sul e permitiu que duas mulheres iniciem processo

Decisão servirá como orientação para juízes do país; Ministério Público gaúcho ainda não sabe se vai recorrer

FELIPE SELIGMAN
JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA

          O casamento civil entre duas pessoas do mesmo sexo foi, de forma inédita no país, autorizado por um tribunal superior. Com placar de 4 votos a 1, a 4ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) finalizou ontem o julgamento interrompido na semana passada. A Corte rejeitou decisão anterior do Tribunal de Justiça gaúcho e permitiu que duas mulheres deem o primeiro passo no processo para o casamento -chamado habilitação.
          Ainda cabe recurso. A atual decisão, porém, pode nortear as instâncias inferiores, apesar de isso não ser necessariamente obrigatório, como no caso de decisões do STF (Supremo Tribunal Federal). "O STJ é um tribunal uniformizador da jurisprudência e responsável pela unicidade do direito em território brasileiro", disse ontem o ministro do STF Marco Aurélio Mello.
          A decisão de ontem vai além do entendimento adotado em maio pelo STF, que equiparou uniões homoafetivas às relações estáveis heterossexuais.
          Na prática, a diferença entre o casamento e a união estável está em questões como a herança, por exemplo. Ela é automática no casamento. Numa união estável, não.
          A decisão do STJ tem impacto considerável ao chancelar a igualdade entre casais gays e héteros. Até aqui, os juízes decidiam de maneira desencontrada: uns permitiam o casamento direto, outros reconheciam apenas a conversão da união estável em casamento e outros nada reconheciam.
          Para os ministros Luís Felipe Salomão, Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira e Marco Buzzi, a argumentação que levou o STF a chancelar as uniões homoafetivas pode ser estendida ao casamento.
          Salomão, relator do caso, defendeu na semana passada que não havia impedimento na lei para o casamento homoafetivo. Disse que o próprio Supremo sinalizou, em maio, que o entendimento então adotado poderia ser extrapolado para além das uniões. "Não existe um único argumento jurídico contrário à união entre casais do mesmo sexo. Trata-se unicamente de restrições ideológicas e discriminatórias, o que não mais se admite no moderno Estado de direito", disse o ministro.
          O julgamento não foi unânime porque um dos ministros que votou pelo casamento na semana passada pediu para retificar o voto. Raul Araújo defendeu que a constitucionalidade do tema deveria ser analisada pelo Supremo. O Ministério Público do Rio Grande do Sul ainda não decidiu se irá recorrer ao STF.
          A decisão foi comemorada pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), autor de proposta semelhante no Congresso, e pela ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos).
          Presentes no tribunal, as mulheres que tiveram o pedido rejeitado no Rio Grande do Sul saíram emocionadas.

Colaborou NÁDIA GUERLENDA, de Brasília

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2610201101.htm

CAS propõe desconto de Imposto de Renda por doações a entidades que atendem pessoas com câncer.

COMISSÕES / ASSUNTOS SOCIAIS
19/10/2011 - 15h25

          Quem doar recursos a entidades que prestam assistência a pessoas com câncer poderá abater do Imposto de Renda até cem por cento do valor, observado o limite máximo de dez por cento da renda bruta anual. É o que prevê minuta de proposta legislativa aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (19), que agora será transformada em projeto de lei de iniciativa do colegiado.
          O texto foi sugerido pelo presidente da CAS, senador Jayme Campos (DEM-MT). O objetivo é captar e canalizar recursos para o setor de saúde, especificamente para ampliar o acesso da população às ações de prevenção e tratamento do câncer. É também uma forma de valorizar as organizações dedicadas a ações de prevenção e tratamento da doença, "um grave problema de saúde pública no país", como salientou o senador.
          As doações podem ser feitas também na forma de bens e, ainda, por contribuintes pessoa jurídica, com regras que podem também assegurar o desconto das transferências no Imposto de Renda devido.
          O projeto foi finalizado depois de uma série de audiências na CAS sobre o câncer e a qualidade da assistência no país. Desde então, observou Jayme Campos, ficou decidido que a comissão iria propor algum instrumento de apoio às entidades. Ele disse que chegou a receber um anteprojeto da ONG Luta Pela Vida, responsável pelo Hospital do Câncer de Uberlândia, de Minas Gerais. Porém, a opção foi por um mecanismo de incentivo semelhante à Lei Rounet, para projetos culturais.
          - Estamos correspondendo, na medida do possível, às expectativas das entidades, no sentido de estimular as doações e fazer com que os serviços de tratamento possam liberar-se da excessiva dependência que hoje têm do Poder Público - comentou Jaime Campos.
Outubro Rosa
          O senador Waldemir Moka (PMDB-MS) lamentou que o país ainda não conte com uma legislação no formato que está sendo sugerido, para apoiar entidades que prestam serviços à sociedade no enfrentamento ao câncer. Paulo Paim (PT-RS) destacou que este é o mês do Outubro Rosa, campanha internacional para chamar a atenção para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama.
          - Projetos como esse me animam a acreditar no Parlamento - disse Paim.
          Dados divulgados pelo presidente da CAS, fornecidos pela Federação das Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, mostram que 500 mil novos casos de câncer surgem a cada ano, o que resulta em 12 mil óbitos por ano, apenas entre a população feminina brasileira.
          Para ver a íntegra do que foi discutido na comissão,

Gorette Brandão / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte:
clique aqui. http://www.senado.gov.br

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Reflexão do dia.

"Jesus Cristo ontem e hoje é o mesmo, e o será para sempre." Hebreus 13.8

          Esta passagem bíblica irrefutável tem um conteúdo impressionante. Ela testifica que Jesus Cristo, que derramou Seu sangue em nosso favor na cruz do Calvário para perdão dos nossos pecados, nunca muda. Ontem, hoje e em toda a eternidade Ele é o mesmo que sempre foi, também no que diz respeito ao Seu ilimitado poder sobre o pecado, a morte e o diabo. Nossas aflições e temores vêm porque não conseguimos vencer os poderes das trevas ao nosso redor. Por isso somos frustrados, confusos, acanhados e tímidos.
          Os filhos de Deus de fato não têm que lutar contra "o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes." Mas sempre deveríamos ter consciência de que o mais forte está do nosso lado: Jesus Cristo! Ele é hoje como sempre foi em todos os tempos – muito maior do que qualquer poder que possa nos oprimir – e assim também Ele será em toda a eternidade.
          A grandeza de Jesus é tão absoluta que nada, a não ser Deus, o Pai, O supera. Para aquele que crê, portanto, não existe poder algum que o possa oprimir que Jesus já não tenha há muito derrotado pela Sua obra consumada na cruz do Calvário!
 
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
Fonte: Recebido por e-mail de: ministerio.de.homens.ibf@gmail.com (Ministério de Homens, da Igreja Batista Filadélfia, situada no Guará, Brasília - DF.
 

CAS aprova regulamentação da atividade de pai social.

COMISSÕES / ASSUNTOS SOCIAIS
19/10/2011 - 13h27

          Homens poderão passar a cuidar de crianças e adolescentes em situação de abandono ou de risco social abrigadas em casas-lares. Projeto de lei com esse objetivo foi aprovado nesta quarta-feira (19), pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativaDecisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. .
          O substitutivo elaborado pelo senador Cícero Lucena (PSDB-PB) a partir do projeto (PLC 98/09) do deputado Nelson Pellegrino (PT-BA) cria e regulamenta a atividade de pai social. O texto exige que o interessado tenha no mínimo 25 anos, sanidade física e mental, ensino fundamental completo e boa conduta social. Além disso, exige aprovação em treinamento específico para a função, com duração de 60 dias, bem como em teste psicológico.
          O pai social deverá se dedicar, exclusivamente, aos cuidados com as crianças e os adolescentes e a casa-lar, onde deverá residir. Seus direitos incluem, entre outros, piso de um salário mínimo, 13º salário, férias anuais remuneradas, assistência gratuita aos filhos de zero a cinco anos em creches e pré-escolas, licença-paternidade, seguro-desemprego e contra acidentes de trabalho, e aposentadoria.
          Em seu relatório, o senador Cícero Lucena (PSDB-PB) ressaltou a importância das casas-lares para criar um ambiente acolhedor e familiar para crianças e adolescentes que não podem ser mantidos pela família natural. Assinalou ainda o mérito de criar a profissão de pai social e lhe assegurar uma série de benefícios trabalhistas e previdenciários.
          A proposta foi aprovada em Turno SuplementarQuando um projeto é transformado num substitutivo, isto é, totalmente modificado pelo relator, ele precisa passar por uma segunda votação, que é o turno suplementar. Essa segunda votação ocorre em todas as instâncias em que o projeto precisa ser votado: nas comissões e no Plenário. . Se não houver recurso para votação em Plenário, a matéria volta para reexame na Câmara dos Deputados, já que foi alterada no Senado.
          Para ver a íntegra do que foi discutido na comissão, clique aqui.

Iara Farias Borges / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Afeto e cuidados desde a gravidez evitam comportamentos violentos, apontam debatedores.

COMISSÕES / EDUCAÇÃO
19/10/2011 - 16h12

          A relação de afeto e cuidados estabelecida entre mãe e filho desde a gravidez é fundamental para o equilíbrio psicossocial do indivíduo, podendo livrá-lo, inclusive, de desenvolver um comportamento violento no futuro. A importância dessa intervenção precoce para a estabilidade mental e emocional das grávidas e de seus bebês foi enfatizada, nesta quarta-feira (19), em audiência pública conjunta das Comissões de Educação, Cultura e Esporte (CE); de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
          A depressão materna foi apontada pela psicóloga brasileira Jaqueline Wendland e pela psiquiatra francesa Monique Bydlowski, ambas radicadas na França, como uma das principais ameaças ao equilíbrio nesse vínculo. Segundo Wendland, o mal atinge até 20% das mulheres durante a gravidez e até 15% delas após o parto. A psicóloga alerta que a incapacidade da mãe em atender às necessidades do bebê e lhe dar carinho acaba por interferir em seu desenvolvimento.
          Gritos, choros excessivos, distúrbios de sono podem ser algumas respostas da criança ao abandono materno, conforme realçou Monique Bydlowski. Se a depressão da mãe pode surgir ou se agravar por carências afetivas ou financeiras, o bebê pode reagir a esse distanciamento apresentando distúrbios emocionais e cognitivos, como dificuldades futuras de adaptação escolar.
Visitas domiciliares
          A formação de equipes de cuidadores para acompanhar mães e bebês em visitas domiciliares foi sugerida por Bydlowski como uma medida eficaz para prevenir a depressão materna e suas conseqüências. Essa recomendação também recebeu o apoio do presidente da Frente Parlamentar da Primeira Infância da Câmara dos Deputados, o deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS).
          - O programa mais importante na área social hoje deve ser o de cuidadores da primeira infância (crianças de zero a seis anos) - sustentou, citando como política pública de sucesso na área o programa Primeira Infância Melhor, que atende a 100 mil crianças no Rio Grande do Sul em visitas domiciliares semanais.
          Os senadores Paulo Paim (PT-RS), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Lídice da Mata (PSB-BA) também viram essa iniciativa com simpatia. Todos se disseram prontos a viabilizar propostas legislativas e de políticas públicas que priorizem a assistência à primeira infância, fase em que o ser humano adquire as competências básicas para se desenvolver pelo resto da vida.
          Essa disposição dos parlamentares foi elogiada pelo cineasta argelino Bernard Martino, diretor do filme Emmi Pikler, uma pediatra à frente de sua época, e Instituto Pikler de Budapeste - um lugar de destaque na humanidade, que será exibido nesta quinta-feira (20), às 9h, dentro da programação da 4ª Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz.
          Martino classificou o Instituto Pikler - dedicado aos cuidados com crianças abandonadas pela família - como uma "fábrica de resiliência (capacidade de superação em meio a situações adversas)". E creditou esse mérito ao trabalho da médica Emmi Pikler, que assumiu o abrigo após a Primeira Guerra Mundial e resolver combater uma era de violência acolhendo essas crianças desassistidas com cuidado e carinho.

Simone Franco / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte:
http://www.senado.gov.br

domingo, 23 de outubro de 2011

Exames sugerem contaminação em doses da vacina Gardasil.

Começam a surgir questionamentos sobre a vacina contra doenças sexualmente transmissíveis

Bob Unruh

          Poucos dias após o a questão da controversa vacina Gardasil voltar às manchetes por causa dos debates entre os presidenciáveis republicanos, um novo relatório sugere que os efeitos colaterais, que incluem artrite reumatoide, podem ser em razão de uma contaminação da vacina.
          Foi publicado um artigo na revista Investigate Hers, da Nova Zelândia, que citou o trabalho de vários analistas e médicos a respeito dos efeitos colaterais da droga, produzida pela empresa Merck.
          Embora as autoridades americanas digam que a apenas 0,05% das meninas vacinadas relataram algum tipo de efeito colateral, o número real de meninas afetadas é de cerca de 18 mil.
         Também há dezenas de mortes atribuídas à vacina em razão de uma doença que é transmitida na relação sexual. Os defensores da vacina afirmam que ela protege contra o vírus do papiloma humano (HPV), que eles acreditam ser o precursor do câncer cervical.
          A reportagem da Investigate Hers citou exames de sangue de uma menina de 13 anos em Toronto, que tomou a vacina e teve artrite reumatoide em várias juntas. O artigo relatou também o tratamento pelo qual a menina teve que passar para tratar as complicações.
          “Dois anos depois, o médico de Sydney que cuidou do seu tratamento pediu um exame de reação em cadeia da polimerase para detecção de DNA do vírus HPV, e o DNA genômico extraído teve resultado positivo para HPV”, informa a reportagem.
          Mas isso não seria possível, considerando que as autoridades garantem que a vacina não contém DNA do vírus HPV, de acordo com a reportagem de Garrick Cornelius.
          A empresa S.A.N.E. VAX resolveu testar as vacinas em laboratório, e comprou amostras de diferentes lotes nos EUA, França, Espanha, Polônia, Austrália e Nova Zelândia. Os exames conduzidos pelo Dr. Sin Hang Lee revelaram que “todas as vacinas contém DNA do vírus HPV” dos tipos 11 ou 18, ou ambos.
          Entretanto, os resultados não foram conclusivos, porque “não existe método disponível para se detectar ou genotipar o DNA em vacinas proteicas”. Além disso, o exame desenvolvido pelo Dr. Lee é mais avançado do que os outros exames da área, tornando impossível uma segunda opinião de mesmo nível.
          No entanto, a entidade notou que a Administração de Alimentos e Medicamentos (Food and Drug Administration [FDA], que tem funções de fiscalização sanitária) dos EUA prometeu em julho de 2011 o desenvolvimento de novos procedimentos para “tentar identificar processos biológicos específicos que reflitam a atividade do vírus, para que os cientistas da FDA possam assim determinar se um substrato da vacina é seguro para criar as doses".
          “Como afinal não existe um teste de impurezas publicado ou autorizado para testar o Gardasil, parece que nem a FDA nem a Merck fazem ideia de que seu processo de purificação para remover os vírus HPV 11 e 18 dos seus capsídeos, depois que se desenvolveram na levedura, falhou”, explica a reportagem.
          “No caso de Sydney, a artrite reumatoide juvenil aguda foi diagnosticada com exames médicos, e foi encontrado DNA do vírus HPV no sangue da paciente. Será que a reação imunológica ao DNA recombinante do HPV resultou em uma reação inflamatória que produziu a artrite reumatoide?”
          A reportagem afirmava ainda que documentos referentes à aprovação do uso do Gardasil na Nova Zelândia sustentam que “O Gardasil não é uma vacina de um vírus vivo e não contém material genético”. A documentação explica, ainda, que “Não há organismos vivos ou linhagens de origem humana ou animal usados na fabricação da vacina".
          Mas a reportagem sugeria que é preciso mais investigações para determinar se as partículas de alumínio da vacina são associáveis a alguma desordem, autoimunidade e inflamação crônica, e se isso tem ligação com a artrite reumatoide.
          O artigo, então, questiona quanto à presença de DNA do HPV, e se ele tem alguma ligação com complicações autoimunes. Além disso, alguma dessas condições ou desses conteúdos estimula o surgimento de doenças neurodegenerativas?
          “Levando-se em conta que o Gardasil, assim como outras vacinas, é processado por células dendríticas do corpo, qual seria outra possível reação do DNA do HPV combinado ao alumínio, absolvido por esses leucócitos? Leucemia?” considerou o a reportagem.
          “À luz da própria admissão da FDA de que a tecnologia da qual dispõem atualmente deixa muito a desejar, alguns pesquisadores da vacina acreditam que é hora do órgão, junto com todas as autoridades regulatórias pelo mundo, estudar com cuidado os dados compilados pela S.A.N.E.VAX e usar uma tecnologia apropriada para analisar a fundo o Gardasil”, conclui a reportagem.
          “Enquanto isso, coisas estranhas continuam a acontecer com mocinhas que tomaram Gardasil e Cervarix, outra vacina contra o câncer cervical”.
          A Dra. Judith Reisman, médica residente da Universidade Liberty e autora de vários livros sobre o assunto da sexualidade, disse ao WND que vacinas contra DSTs são simplesmente “ataques à humanidade, principalmente aos jovens”.
          “Todas as vacinas contra DSTs são baseadas em uma visão de mundo kinseyana, anti-judaico-cristã, que busca a lascívia como principal força motriz da infância à velhice...”
          “Essa fraude abre portas para uma ambição irracional e para a tirania do Estado para ‘proteger' nossas crianças e mantê-las ‘saudáveis’, cobrindo-as de mensagens de promiscuidade do nascimento à morte, na escola e na mídia”, afirma Reisman.
          “A organização abortista Federação Internacional de Planejamento Familiar, a Unesco, e agora as escolas pelo mundo vêm forçando a promiscuidade sexual a crianças por pelo menos cinco décadas"
          Nem as autoridades nem a Merck responderam aos pedidos do WND para comentarem a reportagem da Nova Zelândia.
          Saiu também um artigo sobre um médico austríaco que estudou a droga e concluiu que ela não apenas é perigosa, como também inútil contra o câncer cervical.
          O Dr. Christian Fiala, que combateu com sucesso o uso da droga na Áustria, disse ao WND que “não há prova de uma relação causal entre HPV e câncer cervical (correlação não é necessariamente causa) e não há prova de que a vacina contra o HPV reduza o número de casos de câncer cervical, de forma geral”.
          Por email, Fiala chamou o plano de vacinação contra o HPV de “uma máquina de fazer dinheiro, sem benefícios à população e com alguns riscos inerentes".
          A Dra. Jane Orient, da Associação Americana de Médicos e Cirurgiões, disse ao WND que ela lutou contra o plano de Perry para vacinar meninas em 2007 e 2008.
          “Nossa posição foi a de que ordenar uma vacina sem uma boa razão de saúde pública viola os direitos dos pais e dos pacientes”, disse a doutora.
          Ela chamou atenção para o fato de o HPV se espalhar somente por meio da relação sexual, e não em situações escolares rotineiras. Orient afirma também que há vários problemas com relação à droga, que é totalmente nova. Entre eles está a ligação direta entre a vacina contra o HPV e quaisquer efeitos colaterais.
          “Tendo a me preocupar quando, ao vacinar um paciente, ele cai morto”, disse a médica.
          “A decisão de vacinar deveria ser do paciente. O Estado não deveria demandar que crianças fossem sujeitadas a isso".
          Orient acredita que foi positivo que o assunto tenha subido ao nível da corrida presidencial, porque o público precisa debater e decidir sobre essas questões.
          De acordo com noticiários americanos, entre outras complicações sofridas por meninas vacinadas estão a Síndrome de Guillain-Barré e a paralisia de Bell.
          O blog What Doctors Don't Tell You deu destaque a uma campanha chamada A Verdade Sobre o Gardasil.
          “O que eles não estão lhe dizendo é que milhares de meninas estão tendo reações adversas à vacina contra o HPV, inclusive com algumas mortes (no último levantamento, pelo menos 103 vidas foram perdidas). Precisamos fazer algo a respeito. Essas meninas precisam da nossa ajuda! Elas estão tendo reações como epilepsia, convulsões, tontura, fadiga, fraqueza, dores de cabeça, dores no estômago, vômito, dores musculares e debilidade, dor nas juntas, problemas autoimunes, dores no peito, queda de cabelo, perda de apetite, distúrbios de personalidade, insônia, tremores nas mãos e pernas, fraqueza nos braços e pernas, falta de ar, problemas cardíacos, paralisia, coceiras, erupções na pele, inchaços, dores musculares, dores pélvicas, dores nos nervos, alterações no ciclo menstrual, desmaios, inchaço nos nódulos linfáticos, suor noturno, náusea, perda temporária de visão e audição, para citar apenas alguns!”
          As estatísticas do governo não confirmam a morte de 103 pessoas, mas relatam de maneira anedótica:
* O caso de uma jovem de 19 anos que, depois de vacinada, relatou “dor de cabeça, náusea, tontura, calafrios, cansaço, falta de ar, dor no peito e fortes cãibras. A jovem morreu de arritmia cardíaca aguda”.
* Uma menina de 13 anos foi vacinada, e 10 dias depois teve febre. De acordo com relatórios das autoridades ela “não teve melhora e deu entrada no hospital... Desenvolveu dispneia e entrou em coma... e veio a óbito [no mesmo dia]”.
* Uma menina de 10 anos desenvolveu “perda progressiva quase total de força nas extremidades superiores e inferiores do corpo... testes de condução nervosa [apontaram Síndrome de Guillain-Barré]”. O caso foi considerado como um “risco de vida imediato”.
          Esses relatórios foram monitorados ao longo dos anos pela Judicial Watch, fundação que combate a corrupção, desde a aprovação da droga pela Administração de Alimentos e Medicamentos.
          “Dizer que o Gardasil tem uma história suspeita é dizer só meia verdade. Esses relatórios são preocupantes, e mostram que a FDA e outras autoridades de saúde pública podem não estar cumprindo com o seu dever”, afirmou Tom Fitton, presidente da organização, ao WND quando começaram a chegar os relatórios dos mortos e feridos.
          A Judicial Watch lançou uma investigação abrangente sobre os casos envolvendo a segurança do Gardasil em 2008, depois que a fabricante da droga, Merck & Co., deu início a uma grande campanha de pressão política e legal sobre os órgãos legislativos estaduais para obrigar a crianças e adolescentes a tomarem seu produto.
          Foi em 2008, quando a Judicial Watch conseguiu documentos da FDA relatando descrições de “choques anafiláticos”, “espuma na boca”, “convulsões tônico-clônicas generalizadas”, “coma” e “estado paralítico” para as complicações com Gardasil. A empresa queria que a vacina fosse obrigatória para todas as meninas em idade escolar.
          Os relatórios das autoridades documentam 36 mortes nos Estados Unidos, embora uma organização ativista afirme que houve quase 70 mortes, quase 800 reações “graves” e milhares de pequenos sintomas.
          A porta-voz da Merck, Jennifer Allen Woodruff, havia dito ao WND que a droga atende a uma necessidade médica, que era a redução dos índices de HPV.
          Woodruff disse ainda que a droga havia tido ampla aprovação pelo mundo, com 120 países examinando e aprovando a sua utilização.
          “Nada é mais importante para a Merck do que a segurança de nossas vacinas e daqueles que as utilizam”, afirmou Woodruff. “As informações sobre o Gardasil são claras e a sua eficácia e segurança... já está provada”.
          Ela se recusou a afirmar que a Merck não havia feito uma campanha de pressões políticas e legais entre os legisladores para a aprovação de leis que forçassem a vacinação de crianças e famílias; afirmando, em vez disso, que a empresa focou em campanha de pressões políticas e legais com relação a “potencial obrigatoriedade escolar” em alguns estados.
          Ela afirmou ainda que o objetivo da empresa era simplesmente fornecer informações para aqueles que tomassem a decisão.
          No entanto, a vacina sofreu alguns reveses. A Agence France-Presse relatou em 2009 que as autoridades espanholas recolheram dezenas de milhares de doses da vacina depois que duas adolescentes foram hospitalizadas.
          No Reino Unido, foi aberta uma investigação depois que duas jovens morreram após a injeção da vacina.
          E a agênica Daily News and Analysis da Índia afirmou que o Conselho Indiano de Pesquisa Médica suspendeu uma campanha de vacinação contra o câncer cervical para meninas após mortes e complicações de cerca de 120 pessoas.
          E o blog The Truth About Gardasil lançou um vídeo chamado One More Girl, que torna públicos vários questionamentos sobre a segurança do Gardasil.

Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com

Comentário nosso: Que a igreja brasileira se mantenha firme na Palavra, na direção do Espírito e em oração pelas nossas autoridades e pela nossa juventude, a fim de que as decisões de governo não sejam tomadas à revelia dos costumes da nossa sociedade. Nesse ponto, consideremo-nos blindados e avançados, haja vista as repercussões do PLC 122/2006 e da divulgação do Kit Gay nas escolas, ambas rechaçadas perante o movimento da sociedade e da igreja.

sábado, 22 de outubro de 2011

Servindo à Sombra.

Jon Bloom

          “André. Ah! Você é o irmão de Simão Pedro, não é?”
          André deve ter se acostumado a isso. Até mesmo o Novo Testamento o apresenta como “André, irmão de Simão Pedro” (João 1:40). A sombra de Pedro estava sobre André desde o início.
          André é mencionado pelo nome 12 vezes no Novo Testamento. Em dez dessas vezes, ele é citado junto com Pedro, e normalmente como irmão de Pedro. Pedro, por outro lado, tem mais de 150 menções, e até contribuiu com o Novo Testamento.
          É interessante notar que André teve o currículo mais impressionante para começar. Ele tinha sido discípulo de João Batista. Não apenas isso, mas ele foi um dos primeiríssimos discípulos de Jesus (João 1:35-40). Na verdade, foi André que foi e “achou seu próprio irmão Simão” e o levou a Jesus (João 1:41-42).
          Mas mesmo neste primeiro encontro ficou claro que Jesus tinha planos concernentes a Simão que eram diferentes dos planos concernentes a André. Antes que Simão tivesse dito ou feito qualquer coisa, Jesus deu a ele seu novo nome de Cefas (Pedro), a rocha.
          Pedro era “feitura [de Deus], [criado] em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que [andasse] nelas” (Efésios 2:10). Nós conhecemos muitas dessas boas obras porque Deus dá a elas muita divulgação.
          Mas André era igualmente feitura de Deus. Ele também foi criado em Cristo Jesus para as boas obras que Deus preparou de antemão. Só que Deus escolheu não dar às obras de André a mesma proeminência que ele deu às de Pedro. E então André serviu à sombra de Pedro. Mas André teve um grande mentor servo-sombra em João Batista. André aprendeu de João que “alguém não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada” (João 3:27). João tinha visto Jesus se levantar e ele mesmo se declinar em proeminência, e disse com fé preenchida com alegria: “Convém que ele cresça e que eu diminua” (João 3:30).
          E este é o clamor do verdadeiro discípulo. Tudo isso não é sequer um pouco sobre nossa proeminência. Como os discípulos (Marcos 9:33-34), nós facilmente perdemos o foco.
          Quando Deus dá a um discípulo cinco talentos, a outro dois talentos, e a outro um talento (Mateus 25:15) ele tem suas razões. Muito provavelmente elas são diferentes do que pensamos (Isaías 55:9). Ele sabe o que está fazendo. Nós podemos confiar nele.
          Hoje, esteja contente com o que você tem (Hebreus 13:5), e seja fiel com o que lhe foi dado (Mateus 25:21). Humilhe-se sob a mão poderosa de Deus, confiando que ele irá exaltá-lo no momento adequado e da maneira adequada (1Pedro 5:6). Seja como André. Este servo-sombra foi fiel, obediente, responsável, confiável, solícito, e corajoso. A tradição diz que ele continuou a pregar o evangelho e plantar igrejas até que foi martirizado por crucifixão no ano 60 DC.
          Sirvamos nas sombras em que Deus nos coloca com a mesma fé triunfante e cheia de alegria.

Por: Jon Bloom © DesiringGod | desiringgod.org
Tradução: naodesperdicesuavida.com

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Reflexão do dia.

"Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma cousa." Tiago 1.6-7

          O que significa orar com fé? Significa confiar nas promessas de Deus na oração. Não podemos orar à toa. Existem pessoas que dizem: "Você só precisa ter fé, e terá tudo o que pedir", mas se enganam redondamente. Em cada situação, necessitamos de uma promessa bem definida de Deus na qual podemos depositar a nossa fé. Esta é a realidade maravilhosa: as promessas existem! Por exemplo, quando estamos solitários: "E eis que estou convosco todos os dias." Quando nos sentimos fracos: "...o poder se aperfeiçoa na fraqueza." Ou preocupados: "...lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós." Quando estamos tristes: "...não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força." Ou enfermos: "...eu sou o Senhor que te sara." Para cada situação específica, Deus deu uma promessa específica para que, pela fé, possamos nos fundamentar concretamente em Sua Palavra. A oração é a mais alta expressão da fé, isso quer dizer que você não deve mais se deixar determinar pelas coisas visíveis, mas pelas invisíveis, pelo Deus eterno!
   
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
Fonte: Mensagem recebida por e-mail de: ministerio.de.homens.ibf@gmail.com, do Ministério de Homens, da Igreja Batista Filadélfia, localizada no Guará – Distrito Federal - DF.