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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Nova audiência pública sobre o PLC 122.

Postado quinta-feira, 19 maio, 2011 Por Eleições Hoje.

          Foi aprovado hoje na CDH que haverá nova audiência pública para discutir o PLC 122. Deverá participar do debate instituições contra e favoráveis ao projeto.
          O requerimento foi iniciativa do Senador Magno Malta (PR-ES) apoiado por Ataídes de Oliveira (PSDB-TO). A Senadora Marinor (PSOL-PA) foi contrária  a princípio, mas  segundo a agência Senado acabou pedindo o adiamento da votação.
          Existia acordo para que fosse definindo a situação do projeto de lei entre os Senadores presentes. O presidente da Comissão de Direitos Humanos, Paulo Paim (PT/RS), dediciu encaminhar a discussão sobre o requerimento da a audiência pública.
          Paulo Paim disse que a data da audiência será marcada pelas partes contrárias e a favor do projeto. Caso estas entrem em um acordo, a audiência não precisará ser realizada e o projeto será votado.
          Lembrando que caso o PLC122 não seja aprovado até o final desta legislatura será arquivado definitivamente.

Fonte das informações: Agência Senado.

Comentários do Pr. Silas Malafaia ao PL 122.

Antes de fazer qualquer comentário, é importante frisar que uma coisa é criticar conduta, outra é discriminar pessoas. No Brasil, pode-se criticar o Presidente da República, o Judiciário, o Legislativo, os católicos, os evangélicos, mas, se criticamos a prática homossexual, logo somos rotulados de homofóbicos. Na verdade, o PL-122 é contra o artigo 5º da Constituição, porque o projeto de lei quer criminalizar a opinião, bem como a liberdade religiosa.
Vejamos alguns artigos deste PL:

Artigo 1º: Serão punidos na forma desta lei os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gêneros.
Comentário: Eles tentam se escorar na questão de raça e religião para se beneficiar. O perigo do artigo 1º é a livre orientação sexual. Esta é a primeira porta para a pedofilia. É bom ressaltar que o homossexualismo é comportamental, ninguém nasce homossexual; este é um comportamento como tantos outros do ser humano.

Artigo 4º: Praticar o empregador, ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta. Pena: reclusão de 2 a 5 anos.
Comentário: Não serão os pais que vão determinar a educação dos filhos — porque se os pais descobrirem que a babá dos seus filhos é homossexual, e eles não quiserem que seus filhos sejam orientados por um homossexual, poderão ir para a cadeia.

Artigo 8º-A: Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no artigo 1º desta lei. Pena: reclusão de dois a cinco anos.
Comentário: Isto significa dizer que se um pastor, ou padre, ou diretor de escola — que por questões de princípios — não queira que no pátio da igreja, ou escola haja manifestações de afetividade, irão para a cadeia.

Artigo 8º-B: Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs. Pena: reclusão de dois a cinco anos.
Comentário: O princípio do comentário é o mesmo que o do anterior, com um agravante: a preferência agora é dos homossexuais; nós, míseros heterossexuais, podemos também ter direito à livre expressão, depois que é garantida aos homossexuais. O parágrafo do artigo que vamos comentar a seguir "constituiu efeito de condenação".

Artigo 16º, parágrafo 5ª: O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.
Comentário: Aqui está o ápice do absurdo: o que é ação constrangedora, intimidatória, de ordem moral, ética, filosófica e psicológica? Com este parágrafo a Bíblia vira um livro homofóbico, pois qualquer homossexual poderá reivindicar que se sente constrangido, intimidado pelos capítulos da Bíblia que condenam a prática homossexual. É a ditadura da minoria querendo colocar a mordaça na maioria. O Brasil é formado por 90% de cristãos. Não queremos impedir ou cercear ninguém que tenha a prática homossexual, mas não pode haver lei que impeça a liberdade de expressão e religiosa que são garantidas no Artigo 5º da Constituição brasileira. Para qualquer violência que se cometa contra o homossexual está prevista, em lei, reparação a ele; bem como assim está para os heterossexuais. A PL-122 não tem nada a ver com a defesa do homossexual, mas, sim, quer criminalizar os contrários à prática homossexual — e fazem isso escorados na questão do racismo e da religião.

Fonte: www.vitoriaemcristo.org

Data da manifestação pacífica em Brasília antecipada.

          Como o PL 122 será tratado em caráter de urgência no Senado, o pastor Silas Malafaia adiantará a data da manifestação pacífica em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. O evento, que seria no dia 29 de junho, acontecerá no dia 1º de junho, às 15h. O objetivo é protestar contra esse projeto de lei, desarquivado em fevereiro deste ano, pela senadora Marta Suplicy, do PT, com a assinatura de 27 senadores.

          O PL 122 criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil, com pena de 2 a 4 anos de prisão. Sendo assim, fere a liberdade religiosa e de expressão, direitos garantidos pela Constituição brasileira, expressas no artigo 5º, incisos 4, 6, 8 e 9. “Essa é uma lei vergonhosa, que finge proteger a prática homossexual, porém, sua intenção real é colocar uma mordaça na sociedade e criminalizar os que são contra o comportamento homossexual. Com essa lei querem atingir as famílias, as questões religiosas e a liberdade de expressão”, afirma o pastor Silas Malafaia, que convida os brasilienses para participarem desse manifesto.

          Aqueles que não puderem estar presente também podem ajudar nessa luta em favor da família e da liberdade de expressão. Entre no site www.senado.gov.br/senadores e envie para os representantes do seu estado: "Sr. Senador, rejeite o PL122/2006. Em favor da família, em favor da liberdade de expressão e abaixo a pedofilia." Quem desejar pode ainda enviar esse pedido para os senadores dos demais estados da federação.

          No programa Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia explicou em detalhes a razão do manifesto. Assista aqui.

Fonte: www.vitoriaemcristo.org

Estou fraco

Pr. Paulo Junior

“Os quais pela fé (...), da fraqueza tiraram forças (...)” (Hb 11.33-34)

          Tem sido muito necessário escrever, nesses últimos tempos, ao homem, pois seu estado de estresse, saturação física, mental e espiritual estão no ápice, deixando-o em constante fraqueza.
          Com esse sentimento no coração quero escrever a você caro leitor. Você que está se sentindo fraco, desencorajado, desanimado, sem a menor condição de lutar.
          Somos homens que vivem debaixo da lei do pecado, por isso somos vulneráveis às oscilações da vida. Tornando-nos conscientes da verdade revelada no Evangelho, nossa vida deixa – e muito – de ser conforme os padrões das pessoas comuns, nossa caminhada diária passa ser uma batalha, uma verdadeira guerra! Lutamos contra os poderes das trevas, contra nossa velha natureza, lutamos contra o pecado, trabalhamos por santidade, crescimento espiritual e cuidadosamente tentamos ter o máximo de zelo em nosso chamado ministerial – isso torna-se nossa rotina.
          Em meio a todas essas “frentes de batalha”, ainda temos nossa vida social, estudos, trabalho, compromissos conjugais, sociais e familiares, nos quais somos chamados a desempenhar resultados melhores do que aqueles que estão a nossa volta.
          Isso é apenas um pouco do que consiste nossa trajetória nessa esfera terrena, e jamais pode ser resumido em simples linhas escritas – estamos falando de sua vida – e ela é vivida em momentos específicos, manifestados diariamente, que no passar de todos esses anos constroem a pessoa que você é hoje e, ninguém melhor que você, para saber o que você já passou e tem passado.
          Provavelmente, depois de todas essas lutas, de tamanhos desgastes sofridos e de situações internas e externas que a maioria desconhece, hoje, nesse exato momento, você está fraco, totalmente fraco, sem forças para lutar, prosseguir, continuar... Não que você vá desistir, mas você não vê qualquer possibilidade de ter o mesmo desempenho anterior: falta-lhe coragem, ânimo, disposição.Acabou-se a força física, mental, emocional, espiritual e todas essas estão minguando a cada dia, mesmo debaixo de tão poderosa fé que você professa em Jesus Cristo.
          O que estou falando é realidade na vida de muitos: não é baboseira filosófica! Alguns entre nós estão vivendo esse quadro e não têm força alguma para se erguer. Perderam a motivação, a garra, a vibração, estão fracos, sentindo fraqueza, profunda fraqueza!
          O que fazer diante de tamanho domínio exercido por esse tão forte inimigo?
          O texto de Hebreus nos ensina a não desistir e usar uma das maiores armas do cristão: a FÉ!
          “Da fraqueza tiraram forças”, esse texto foi extraído da galeria dos heróis da fé, homens e mulheres que não venceram só esse gigante, mas também tantos outros ainda maiores, todos eles usando o mesmo dom, a mesma arma: a FÉ!
          Como isso pode ser possível?! O texto diz que essas pessoas – nesse mesmo estado que você se encontra de profundo desencorajamento e fraqueza – em meio a essa terrível situação, elas tiram forças da fraqueza.
          Isso só pode ser feito por meio da fé: a convicção que o próprio Deus colocou em você, a certeza que tudo está sobre Seu controle, que cada passo nosso é dirigido por Sua soberania, e que todos os nossos esforços não são realmente aquilo que nos garante a vitória em nossa luta diária, mas sim o Seu poder que em nós opera! Veja o exemplo de fé do rei Ezequias: ele estava doente a ponto de morrer – fraqueza física era seu problema – contudo, em meio àquele terrível estado, conseguir tirar forças através da sua notável fé: orando a Deus, buscando-O e crendo que aquela situação poderia ser mudada. Não poderia um homem como aquele, no estado de doença que se encontrava, tendo uma palavra de morte dada por um dos maiores profetas de todos os tempos (Isaías), ter desistido? De onde esse homem tomou forças em meio a tantos obstáculos? Foi através da FÉ, da convicção, da esperança!
          E o que dizer de Sansão, quando teve os cabelos cortados, os olhos vasados, perdeu sua glória expressa em sua extraordinária força e foi preso e molestado pelos filisteus ao ponto de brincarem com ele como um palhaço? Esse homem experimentou todos os níveis de fraqueza: a física, a espiritual, a emocional, a moral, todas no seu extremo, quando o Espírito o deixou. Não me diga que você está mais fraco que Sansão esteve!
          O que as Escrituras nos dizem sobre isso? Que em meio àquela agudíssima fraqueza Sansão encontrou forças para clamar a Deus, pedindo que novamente lhe concedesse força e que ele fosse colocado entre as colunas do templo de Dagom e ali protagonizou uma das cenas mais poderosas da Bíblia: a morte de todos os seus inimigos! De onde Sansão conseguiu tais forças, estando ele vulnerável como estava? Foi através da FÉ!
          Meu querido leitor, não se dê por vencido, ainda não acabou, em meio a esse caos que você está vivendo, esse deserto seco, árido, sombrio, incerto, inerte, passivo, há uma esperança: a FÉ que Ele te deu, a fé para saber que Ele pode executar todos os desígnios do seu coração e que pode mudar o cenário a qualquer momento!
          Em meio a esse “coma espiritual”, que se compara àquele do exército relatado pelo profeta Ezequiel: tão fraco que chegou a ser “sequíssimo”, daí você pode tirar forças! Exerça sua FÉ em Cristo, na Sua pessoa e no Seu sacrifício, assim o poder do Espírito Santo te revestirá e uma força sobre-humana te alcançará. Força essa que não depende do seu estado natural, mas força dada a nós pela graça divina!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Tornando-se um servo.









terça-feira, 17 de maio de 2011

Ascensão social da população reduz o número de evangélicos, diz líder da CNBB.

Ministério Igreja Sem Fronteiras
Departamento de Unidade Cristã

          Corpo da Igreja,

          Se andarmos pelos rincões do nosso país, veremos igrejas em que seus fiéis falam "nóis vai, nóis fica" e presenciamos ali o poder de Deus em operação. Ao mesmo tempo, podemos ver outras que são tão cultas em suas palavras, mas estão mortas como aquelas encontradas nas Cartas às Sete Igrejas do Livro de Apacalipse.
          Achar ainda que para ser um líder de igreja seja necessário ter um curso de teologia, seguido de mestrado e doutorado, é colocar para escanteio o poder do Espírito Santo em nos revelar a Palavra do Pai e nos guiar nas veredas da justiça.
          Infeliz a colocação de D. Raimundo Damasceno Assis, o novo presidente da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, ao associar ascensão social e aumento de conhecimento com afastamento da fé evangélica.
          O Ministério Igreja Sem Fronteiras o convida a vir a Brasília, onde é a nossa base, para presenciar a busca e o crescimento da fé evangélica por aqueles que detém alto poder aquisitivo. Possuem também alto conhecimento secular, que não os ajuda nos momentos de aflição, mas entendem que o conhecimento da Palavra é que os liberta e que os faz ter uma vida plena com Jesus.
          Já nos manifestamos aqui sobre o crescimento e proliferação de igrejas e doutrinas, com suas lideranças mal preparadas, que podem causar danos àqueles que as buscam. Aliás, isso já vêm de longa data, no curso da História, desde os tempos da Igreja Primitiva, inclusive no âmbito da Igreja Católica.
          Infelicidade de declarações à parte, cremos que o objetivo da Igreja seja o de unir, ao invés de dividir. Se alguma denominação se considera melhor entendida da Palavra, seja ela, então, bênção em mostrar a Verdade para as outras, pois O que nos une é maior do que qualquer coisa que nos separa.
          Leia texto abaixo:

Ascensão social da população reduz o número de evangélicos, diz líder da CNBB


FOLHA.COM
MATHEUS MAGENTA
ENVIADO ESPECIAL A APARECIDA (SP)

            O novo presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), d. Raymundo Damasceno Assis, disse ontem que a ascensão social de quase 30 milhões de pessoas nos últimos anos as tornou mais "críticas".
            Por conta disso, disse, a presença evangélica na população do país teria caído.
           "Elas começam a ler mais, a estudar mais, e por isso são mais críticas em relação a muitas posturas hoje na sociedade", afirmou, após o encerramento da 49ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP).
           D. Raymundo Damasceno Assis não soube precisar a fonte das informações, mas afirmou que a nova classe média, ao mesmo tempo em que se afastou das igrejas evangélicas, se aproximou da Igreja Católica.
           Segundo o Datafolha, a população católica perdeu fieis na última década, enquanto a população evangélica cresceu.
           Ontem, ao tomar posse como presidente da CNBB pelos próximos quatro anos, ele assumiu como principal desafio fortalecer o papel missionário da Igreja Católica no país.
           D. Raymundo Damasceno Assis disse que as paróquias precisam sair do "comodismo" e buscar fieis.
          Atualmente, o principal alvo da Igreja Católica são os jovens. Uma das estratégias para conquistá-los é o uso da internet e das redes sociais, como defendeu o cardeal d. Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, em entrevista durante a assembleia.
           Já d. Raymundo Damasceno aposta fichas também na escolha do Brasil para sediar a jornada mundial da juventude em 2013, que terá a presença do Papa Bento 16.

 CONCILIADOR

          Segundo bispos ouvidos pela reportagem, a escolha de d. Raymundo Dasmasceno como presidente da CNBB se deu principalmente por seu perfil conciliador.
           Questionado pela Folha sobre o governo Dilma Rousseff, ele afirmou que avalia positivamente a gestão dela e a caracterizou como uma pessoa "discreta", que só aparece "nos momentos mais importantes".
           "São personalidades diferentes", disse, ao ser questionado se a afirmação era uma crítica ao ex-presidente Lula.
           O presidente da CNBB não quis comentar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que equiparou a união civil homoafetiva à heterossexual, na semana passada.
           D. Raymundo Damasceno Assis afirmou que sua opinião era a mesma que a explicitada pela CNBB em nota. A entidade disse que o Supremo ultrapassou "os limites de sua competência" e que a decisão cabia ao Congresso. "


Resumindo: O bispão tá dizendo ai que quanto mais ignorante, burro o cidadão, mais chance de ser evangélico e quanto mais culto, mais chance do camarada ser católico. Humm... Eu não concordo quanto a ser católico, mas em se tratando destas seitas neopentecostais, a correlação é perfeita. Ignorância e ambição são a massa e o fermento do pão do Macedão.
(Este comentário foi publicado no site http://www.genizahvirtual.com/)

Leitura Anual da Bíblia - Período de 18 a 24 de maio de 2011.

Ministério Igreja Sem Fronteiras

Departamento de Unidade Cristã


          Corpo de Cristo,

          Além da leitura do Novo Testamento, disponibilizamos também um roteiro para a leitura anual de toda a Bíblia.
          É uma maravilha, pois também consideramos importante a leitura do Antigo Testamento para a compreensão da Palavra do Senhor como um todo.
          Muitos acham que o Antigo Testamento deve ser descartado, mas cremos que nele encontramos muitos ensinamentos válidos para os dias de hoje, com o devido entendimento e sabedoria. Muitas doutrinas pecam em viver nos dias de hoje aquilo que era válido para aqueles que viviam naquele tempo, sendo tais jugos quebrados pela vinda, morte e ressurreição do nosso Senhor Jesus.
          Não perca sua motivação nessa leitura!
          A parcela lida a cada dia parece ser pequena em relação a todo o conteúdo bíblico, mas com o tempo você perceberá a sua evolução e verá que a leitura de toda a Bíblia não é uma tarefa impossível.
            Se você ainda não começou a sua leitura, escolha um dia do roteiro abaixo – melhor que seja o dia de hoje, em que você acessou o nosso blog – e siga em frente. No próximo ano, você completará o plano de leitura. Combinado, então?
          Aconselhamos a orar antes de ler a Palavra, e manter-se em oração durante todo o ano, pois assim o Espírito Santo irá lhe revelar mistérios ocultos nas letras.
                   
          Mês de maio de 2011:

Dia 18 -
Atos 25
; Juízes 21 ; Rute 1 e 2
; Salmos 42
Dia 19 -
Atos 26.1-18
; Rute 3 e 4
; Salmos 43, 44 e 45
Dia 20 -
Atos 26.19-32
; 1 Samuel 1.1 a 2.11
; Salmos 46, 47, 48 e 49
Dia 21 -
Atos 27.1-12
; 1 Samuel 2.12-36
; Salmos 50
Dia 22 -
Atos 27.13-44
; 1 Samuel 3
; Salmos 51
Dia 23 -
Atos 28.1-15
; 1 Samuel 4 e 5
; Salmos 52
Dia 24 -
Atos 28.16-31
; 1 Samuel 6 e 7
; Salmos 53


       Segue abaixo a Estatística da nossa leitura:

Estatística

Período de leitura: de 01jan a 31dez de 2011.
Com as leituras acima, ficaremos assim:
Quantidade de dias: 365
Dias cumpridos: 144
Dias a cumprir: 221

Quantidade de versículos: 31.103
Versículos lidos: 14.047
Versículos a serem lidos: 17.056

Média de 98 versículos ao dia
Porcentagem lida da Bíblia: 45%

Fiquem na paz do nosso Senhor Jesus.

Leitura do Novo Testamento - Período de 18 a 24 de maio de 2011.

Ministério Igreja Sem Fronteiras

Departamento de Unidade Cristã


Corpo de Cristo,

          Continuando a leitura do Novo Testamento, estamos lendo os evangelhos, procurando manter a ordem cronológica dos acontecimentos, desde a anunciação da vinda do nosso Senhor Jesus até a Sua crucificação e ascensão aos Céus.
Para isso, iniciamos a leitura no dia 19 de dezembro de 2010, próximo ao Natal, e iremos até o dia 19 de junho de 2011, próximo ao Pentecostes.
Após isso, então, entraremos numa segunda fase, iniciando com o livro de Atos dos Apóstolos, seguindo com as Epístolas, até chegar em dezembro de 2011 no livro das Revelações, o Apocalipse.
Com a leitura dos Evangelhos, estamos seguindo os passos do Senhor Jesus aqui na Terra, ensinando e curando.
Não perca sua motivação!
Se você ainda não começou a sua leitura, escolha um dia do roteiro abaixo – melhor que seja o dia de hoje, em que você acessou o nosso blog – e siga em frente. No próximo ano, você completará o plano de leitura. Combinado, então?
          
          Mês de maio de 2011:
     
         Tema: Crucificação e Morte de Jesus

Dia 18 -
Mateus 27.57-66
Dia 19 -
Marcos 15.42-47
Dia 20 -
Lucas 23.50-56
Dia 21 -
João 19.38-42


         Tema: Ressurreição e Ascensão de Jesus

Dia 22 -
Mateus 28.1-10
Dia 23 -
Marcos 16.1-8
Dia 24 -
Lucas 24.1-12


Segue abaixo a Estatística da nossa leitura:

Estatística

Período de leitura (até próximo ao Pentecostes): de 19dez2010 a 19jun2011.
Com as leituras acima, ficaremos assim:
Quantidade de dias: 183
Dias cumpridos: 157
Dias a cumprir: 26

Quantidade de versículos: 3.779
Versículos lidos: 3.682
Versículos a serem lidos: 97

Média de 23 versículos ao dia.

Fiquem na paz do nosso Senhor Jesus.

Dois surdos: os religiosos e o movimento gay.


Por Willian Douglas

          A decisão do STF, de ser comemorada e criticada, é apenas mais um round na luta irracional que se desenvolve entre religiosos e o movimento gay. O STF acertou na decisão, mas errou em sua abordagem. Ao invés de interpretar a Constituição, ousou reescrevê-la sem legitimidade para tanto. Mas, que razões levaram a Corte Suprema a isso? A imperdoável incapacidade dos contendores de agir de forma tolerante, democrática e respeitosa. A terrível intenção, de ambos os lados, de forçar o outro a seguir seus postulados, em atentado contra a liberdade de escolha, opinião e crença.
          Quem ler os relatos contidos em anais da constituinte verá que incluir o casamento gay na Constituição foi assunto derrotado nas votações. O STF mudar esse conceito e ignorar a decisão do constituinte originário é ativismo judicial da pior espécie, mas o STF tem suas razões: os religiosos, ao invés de negociar uma solução, se negam a mexer na Constituição.
          O erro da intolerância, o movimento gay também comete ao tentar impor um novo conceito de casamento ao invés da aceitação da união civil estável homoafetiva, e mais ainda, ao defender um projeto de lei contra homofobia que desrespeita a liberdade de opinião e religiosa (PLC 122). Isso para não falar do “kit gay”, uma apologia ofensiva e inaceitável para grande parcela da população. Não há santos aqui, só pecadores. Em ambos os lados.
          Erram os religiosos ao querer impedir a união civil homossexual, calcando-se em suas crenças, as quais, evidentemente, não podem ser impostas à força. Mas erra também o movimento gay em querer enfiar goela abaixo da sociedade seus postulados particulares. Vivemos uma era de homofobia e teofobia, uma época de grupos discutindo não a liberdade, mas quem terá o privilégio de exercer a tirania.
          Negar o direito dos gays é tirania dos religiosos. De modo idêntico, impor sua opinião aos religiosos, ou calá-los, ou segregá-los nas igrejas como se fossem guetos é tirania do movimento gay. Nesse diálogo de surdos, o STF foi forçado a decidir em face da incompetência do Congresso, dos religiosos e do movimento gay, pela incapacidade de se respeitar o direito alheio.
          Anotemos os fatos. O STF existe para interpretar a Constituição, não para reescrevê-la. Onze pessoas, mesmo as mais sábias, não têm legitimidade para decidir em lugar dos representantes de 195 milhões de brasileiros. Os conceitos “redefinidos” pelo STF são uma violência contra a maioria da população. Nesse passo, basta ler o artigo Ulisses e o canto das sereias: sobre ativismos judiciais e os perigos da instauração de um terceiro turno da constituinte, de Lênio Luiz Streck, Vicente de Paulo Barreto e Rafael Tomaz de Oliveira, disponível em meu blog. O resumo: apenas Emenda à Constituição pode mudar esse tipo de entendimento. O problema: a maioria se recusa a discutir uma solução contemporizadora que respeite e englobe a todos.
          O Supremo agiu bem em alertar sobre a incapacidade das partes de resolverem seus problemas no Congresso, mas errou em, ao invés de se limitar a assegurar direitos de casais discriminados, invadir o texto da Constituição para mudá-lo manu militari.
         O STF não se limitou a garantir a extensão de direitos, mas quis reescrever a Constituição e modificar conceitos, invadindo atribuições do Poder Legislativo. Conceder aos casais homossexuais direitos análogos aos decorrentes da união estável é uma coisa, mas outra coisa é mudar conceito de termos consolidados, bem como inserir palavras na Constituição, o que pode parecer um detalhe aos olhos destreinados, mas é extremamente grave e sério em face do respeito à nossa Carta Magna. “Casamento” e “união civil” não são mera questão de semântica, mas de princípios, Nem por boas razões o STF pode ignorar os princípios da maioria da população e inovar sem respaldo constitucional.
          Enfrentar discriminações é louvável, mas agir com virulência contra os conceitos tradicionais, e, portanto, contra o Congresso e a maioria da população, diminui a segurança jurídica diante da legislação. A tradição existe por algum motivo e não deve ser mudada pelo voto de um pequeno grupo, mas pela consulta ao grande público ou através de seus representantes, eleitos para isso.
          O art. 1.726 do Código Civil diz que uma união estável pode ser convertida em casamento mediante requerimento ao juiz. Ora, pelo que o STF decidiu, foi imposto, judicialmente, o casamento gay. Até os ativistas gays, os moderados, claro, consignam o cuidado de não se chamar de casamento a união civil. Os ativistas não moderados, por sua vez, queriam exatamente isso: enfiar goela abaixo da maioria uma redefinição do conceito de casamento. Não se pode, nem se deve, impedir que um casal homossexual viva junto e tenha os direitos que um casal heterossexual tem, mas também não se pode impor um novo conceito que a maioria recusa.
          Abriu-se, em uma decisão com intenção meritória, o precedente de o STF poder substituir totalmente o Congresso. Salvo expressa determinação da Constituição para que o faça, quando o Congresso não legisla sobre um tema, isso significa que ele não quer fazê-lo, pois se quisesse o teria feito. Há um período de negociação, existem trâmites, existem protocolos. O STF não pode simplesmente legislar em seu lugar, tomar as rédeas do processo legislativo. Mas, que o Congresso e as maiorias façam sua mea culpa em não levar adiante a solução para esse assunto.
          O STF deve proteger as minorias, mas não tem legitimidade para ir além da Constituição e profanar a vontade da maioria conforme cristalizada na Constituição. O que houve está muito perto de criar, pelas mãos do STF, uma ditadura das minorias, ou uma ditadura de juízes. O STF é o último intérprete da Constituição, e não o último a maculá-la. Ou talvez o primeiro, se não abdicar de ignorar que algumas coisas só os representantes eleitos podem fazer.
          Precisamos caminhar contra a homofobia e o preconceito. E também precisamos lembrar que cresce em nosso meio uma nova modalidade de preconceito e discriminação: a teofobia, a crençafobia e a fobia contra a opinião diferente – o que já vimos historicamente que não leva a bons resultados.
          O PLC 122, em sua mais nova emenda, quer deixar ao movimento gay o direito de usar a mídia para defender seus postulados, mas nega igual direito aos religiosos. Ou seja, hoje, já se defende abertamente o desrespeito ao direito de opinião, de expressão e de liberdade religiosa. Isso é uma ditadura da minoria! Isso é, simplesmente, inverter a mão do preconceito, é querer criar guetos para os religiosos católicos, protestantes, judeus e muçulmanos (e quase todas as outras religiões que ocupam o planeta) que consideram a homossexualidade um pecado. Sendo ou não pecado, as pessoas têm o direito de seguir suas religiões e expressar suas opiniões a respeito de suas crenças.
          E se o STF entender que o direito de opinião e expressão não é bem assim? Isso já é preocupante, porque o precedente acaba de ser aberto. E se o STF quiser, assim como adentrou em atribuições do Congresso, adentrar naquilo que cada religião deve ou não professar?
          O fato é que as melhores decisões podem carregar consigo o vírus das maiores truculências. Boa em reconhecer a necessidade de retirar do limbo os casais homossexuais, a decisão errou na medida. Quanto ao mérito da questão, os religiosos e ativistas moderados deveriam retomar o comando a fim de que a sociedade brasileira possa conviver em harmonia dentro de nossa diversidade.

William Douglas é juiz federal , mestre em Direito, especialista em políticas públicas e governo.
http://www.williamdouglas.com.br/

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Aceitar as tragédias.

Igreja,

Achar que devemos aceitar viver num mundo de tragédias e que não adiantar "orar" ou fazer qualquer outra coisa, estaremos no mesmo barco do "Onde está Deus?" de Chico Anysio e Arnaldo Jabor.
Ele é tão grande, mas nós o fazemos tão pequeno, quando não O trazemos para dentro das nossas casas, das nossas escolas.....
Quando se lé um texto como o abaixo transcrito, perdemos todas as esperanças de viver em um Reino que o Senhor já nos deu.

Por Wilson Toniolli

“Toda vez que ocorre uma tragédia verdadeira, - como essa da chacina na Escola do Realengo, no Rio - a reboque vem os questionamentos. Alguém precisa explicar. Deve de ter uma razão. O que dizem os especialistas... Inventam-se mil coisas. Inúteis. O absurdo ri das teorias.
A dor da tragédia reside aí mesmo. Não há explicação. Não há como se livrar: o absurdo existe e devemos arcar com ele. É absurdo, mas não é mudo. É gritante. E é meu e é seu, é de todos nós. Não tente se livrar dele. Ao invés, renda-se. A natureza humana é nossa roupa da qual não conseguimos nos despir.
A tragédia existe para afirmar a totalidade da vida. Não adianta orar, rezar, acender vela, buscar passe, meditar, se benzer, tornar-se um sujeito melhor... Absolutamente nada vai te proteger. Nem pense que você terá um livramento especial. Só a morte nos protege da vida.
Agora eu pergunto: quem chorou no dia seguinte? Quem passou mal o dia inteiro, como se tivesse engolido uma bolinha de gude, e o peito fosse estourar? Quem usou alguma vestimenta preta no dia seguinte? Quem fez um jejum de sorrisos? Quem rezou pelas famílias envolvidas? Quem transformou a indignação em ação física?
Como no Mito de Sísifo, que vivia de empurrar uma enorme pedra morro acima só para vê-la despencar, também sofremos dessa maldição, de ter que voltar sempre às mesmas tarefas, não importa o que aconteça ao nosso redor, e dizemos: a vida continua... Assim, o sem-sentido do absurdo nos domina e ainda chamamos a isso de vida.
Já que temos que suportar o absurdo, por que não o fazemos juntos? Quem sabe uma dor sentida que é espalhada para um raio enorme de outros seres humanos, não torne a dor lancinante do núcleo mais branda? Lembre-se que a fera do absurdo se alimenta da carniça do egoísmo.
Responda à voz do absurdo, não com ar prepotente e cínico, fazendo que não é com você e que está no controle de tudo. Responda à voz causticante do absurdo com lágrima e gestos.”