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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Acorda Brasil, O Tempo é Teu!

     Ele (Deus) me falou: "Filho, Eu venho trabalhando missões comecando pelos americanos e europeus para propagar minha Palavra no mundo e assim ajudar meu povo. Neste último tempo, o instrumento que Eu vou usar para missões, para a última colheita de almas, é o Brasil.

     E Deus repetiu a mensagem: "Diga isso ao povo, aos pastores e a todos os crentes. Diga que, nesse último tempo, o instrumento forte que usarei em missões mundiais é o povo brasileiro. E que eles irão entrar nos cinco continentes para pregar a Palavra que levará as pessoas à salvação."

     O Brasil está chamando a atenção do mundo e dizendo: "Deixa o caminho aberto porque eu estou avançando."

     A economia vai se desenvolver mais e superar outras nações... A igreja irá desfrutar de um tempo em que Deus dará abundância financeira para a saída de seus missionários.

     Trechos do livro "Acorda Brasil, O Tempo é Teu!", de Joseph Maluta.

Pela 1ª vez, Brasil está entre os 50 países mais competitivos.

     O Brasil é um dos 50 países mais competitivos do mundo. O país pulou da 53ª posição, em 2011, para a 48º no Relatório Global de Competitividade, que será divulgado hoje pelo Fórum Econômico Mundial.
     Em dois anos, o pulo no ranking, feito desde os anos 70, foi de dez posições. O Brasil só entrou na lista em 1995.
     Dentre os fatores analisados, o aspecto responsável pelo avanço foi o que considera as condições macroeconômicas. O crescimento do número de usuários de telefonia móvel e de internet também ajudou.
     De acordo com um dos autores do estudo, o ideal seria que o país estivesse entre os 30 primeiros.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp

PS: Deus tem falado muito sobre o Brasil. Muitas profecias já nos foram relatadas. Resta-nos crer e nos preparar para o tempo que há de vir.

Contra a pobreza extrema.

Ministério Igreja Sem Fronteiras
Departamento de Assistência

Rodrigo Garcia

     Há 16 milhões de brasileiros na extrema pobreza. Em SP, 1,1 milhão. Garantiremos uma renda mensal per capita de R$ 70, e haverá mobilidade social
     As políticas sociais criadas no governo FHC pavimentaram o caminho para construção de uma democracia social no Brasil. Elas também consolidaram a transferência de renda vinculada a uma contrapartida do beneficiário.
     O exemplo aqui é o Bolsa Escola, que previa a complementação de renda familiar desde que as crianças frequentassem a escola. Modelo de sucesso, o programa -mais o Bolsa Alimentação- foram os embriões do Bolsa Família e de outras modalidades de complementação de renda criadas no país.
     Mas, mesmo com esses avanços, há ainda muito trabalho a ser feito. Temos hoje 16 milhões de brasileiros que vivem em situação de extrema pobreza. No Estado de São Paulo são 1,1 milhão de pessoas que sofrem por conta de privações sociais diversas.
     Ciente desse problema, o governador Geraldo Alckmin assumiu o compromisso de promover a mobilidade social da população mais carente. Com o pensamento de que pobreza é muito mais do que a insuficiência de renda, nasceu o Programa São Paulo Solidário, gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Social, e que tem como missão superar a miséria no Estado.
     Em parceria com o Programa Brasil Sem Miséria, o São Paulo Solidário prevê a complementação financeira garantindo uma renda mensal per capita de R$ 70 para as famílias beneficiadas. Mas o São Paulo Solidário vai além ao oferecer ferramentas que vão permitir a inclusão socioeconômica eficaz, promovendo a mobilidade social dessa população.
     Para chegarmos até essas pessoas, muitas vezes invisíveis aos sistema de proteção social, uma enorme força tarefa foi formada em parceria com as prefeituras. A Busca Ativa, como foi chamada, começou pelos cem municípios de pior Índice de Desenvolvimento Humano. Gradativamente, até 2014, todas 645 cidades paulistas serão mapeadas.
     Com base nos dados levantados, temos o Retrato Social, um diagnóstico que leva em conta os conceitos do Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) desenvolvido pelo Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD). O índice considera questões de saúde, educação e padrão de vida e não apenas a renda para identificação das carências sociais das famílias.
     Com os dados em mãos, surgem as perguntas: o que de fato queremos? Pessoas dependentes de programas sociais para o resto da vida ou garantir a superação da pobreza? É aqui que entra o grande diferencial do São Paulo Solidário em relação a outros programas sociais: a Agenda da Família Paulista.
     As próprias famílias, apoiadas pelos gestores municipais de assistência social, com base no Retrato Social, definirão as prioridades para a superação de suas carências, como por exemplo o retorno de um adulto para sala de aula ou a frequência em um curso de qualificação. Com a pactuação, a família recebe benefício financeiro por meio de cartão único, somando recursos dos programas Renda Cidadã, do governo do Estado, ao Bolsa Família, do governo federal.
     Ao criar um programa como o São Paulo Solidário, que torna o cidadão corresponsável pelo resultado de sua mudança de vida, deixamos de ser meros administradores da pobreza. Nosso compromisso é com a mobilidade social.
     Até 2014, a população identificada pelo programa receberá apoio para superar sua situação de miséria. São Paulo pode romper essa barreira. O governo do Estado entra com a ajuda e o beneficiário com seu próprio esforço. Assim, como já acentuou o governador Geraldo Alckmin, "nenhum paulista será deixado para trás".


Magno Malta pede Ministro da Justiça para cuidar dos usuários de drogas.

 

       Senador Magno Malta (PR/ES) durante audiência da Comissão que trata da reforma do Código Penal Brasileiro pediu ao Ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, que retire do Ministério da Saúde a responsabilidade de tratar os milhares de usuários de crack que vivem abandonados em vias públicas. 
    Em mais uma audiência pública no Senado Federal para tratar do novo Código Penal Brasileiro, o Ministro da Justiça, Eduardo Cardozo prometeu amplo apoio e pediu que os temas polêmicos, principalmente envolvendo princípios morais, sejam tratados com total atenção e de forma isolada. “Não podemos comprometer esta revisão sem atender os anseios da comunidade, inclusive nos tópicos que envolvem religião”, frisou o Ministro.
     Membro titular da Comissão Especial, Senador Magno Malta, que tem participado de todos os trabalhos, surpreendeu quando solicitou ao Ministro da Justiça que “assuma a responsabilidade com os usuários de drogas, hoje deveriam ser assistidos pelo Ministério da Saúde, mas não existe nenhuma ação prática neste sentido, pelo contrário, a lei do recolhimento obrigatório não vem sendo cumprida por falta de leito na rede pública”, disse Magno Malta.
     “Existem hoje três leis que obrigam o Estado a cuidar, recolher e recuperar o usuário de drogas. Mas a realidade é outra. O crack é usado liberadamente e os usuários são abandonados nas valas. Jà que a Saúde Pública não tem condições, o Ministério da Justiça pode buscar alternativas nas comunidades terapêuticas. Droga é assunto de justiça”, lembrou Magno Malta.
     O Tribunal de Justiça do Espírito Santo enviou dois representantes para audiência com o Ministro da Justiça, o desembargador William Silva e a juíza Ermínia Azoury. “Acho oportuno nossa presença e espero contribuir com a reforma do Código Penal que já tem 72 anos e caduca atrapalhando o bom andamento do Poder Judiciário”, frisou William Silva. 
     Para a experiente juíza Ermínia Azoury, ouvir o Ministro da Justiça prometendo apoio foi fundamental. “A população já criou uma expectativa e o anseio é de que o novo Código diminua o caos da violência no Brasil”, salientou a juíza.
     Magno Malta, que formou uma equipe técnica para este trabalho, fez várias ponderações importantes. Citou que o atual Código Penal Brasileiro favorece a impunidade e serve a bandidagem. “Esta comissão especial de senadores  não pode ficar omissa e vamos revisar os mais de 500 itens corrigindo o que for preciso. Não estou com presa, o importante é entregar para o Brasil um documento moderno, atual e justo", finalizou Magno Malta.

1ª Turma nega imunidade tributária a organização maçônica do RS.

Notícias STF
 
     Por maioria, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negaram provimento a recurso interposto pela organização maçônica Grande Oriente do Rio Grande do Sul, que pretendia afastar a cobrança do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) pelo município de Porto Alegre. A entidade, no Recurso Extraordinário (RE) 562351, sustentou se enquadrar na previsão do artigo 150, inciso VI, alínea “b”, da Constituição Federal, que veda a instituição de impostos sobre templos de qualquer culto.
     Iniciado em abril de 2010, o julgamento foi retomado hoje, com o voto-vista do ministro Marco Aurélio. Ele apresentou entendimento divergente em relação aos demais votos já proferidos – dos ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ayres Britto – que, no início do julgamento, acompanharam o relator, ministro Ricardo Lewandowski.

Ideologia e religião

     O relator do processo, ministro Ricardo Lewandowski, entendeu que a maçonaria é uma ideologia de vida, e não uma religião, assim não poderia ser isenta de pagar o IPTU. Segundo ele, a prática maçom não tem dogmas, não é um credo, é uma grande família. “Ajudam-se mutuamente aceitando e pregando a ideia de que o homem e a humanidade são passíveis de melhoria, aperfeiçoamento. Como se vê, é uma grande confraria que antes de mais nada prega e professa uma filosofia de vida”, disse.
     O ministro Ricardo Lewandowski avaliou também que para as imunidades tributárias deve ser dado tratamento restritivo. “Penso, portanto, que quando a Constituição conferiu imunidade tributária aos templos de qualquer culto, este benefício fiscal está circunscrito aos cultos religiosos”, afirmou. Conforme ele, a própria entidade maçônica do Estado do Rio Grande do Sul em seu site afirma que “não é religião com teologia, mas adota templo onde se desenvolve conjunto variável de cerimônias que se assemelham ao culto, dando feições a diferentes ritos”.

Divergência

     Em seu voto-vista, o ministro Marco Aurélio apresentou seu entendimento em sentido contrário, ao pontuar que a Constituição Federal não restringiu imunidade à prática de uma religião enquanto tal, mas a templo de qualquer culto. Por outro lado, sustentou haver propriedades que permitem atribuir à maçonaria traços religiosos: “Em um conceito menos rígido de religião, se pode classificar a maçonaria como uma corrente religiosa, que congrega física e metafísica. São práticas ritualísticas, que somente podem ser adequadamente compreendidas em um conceito mais abrangente de religiosidade”, afirmou o ministro Marco Aurélio.
     Ele observou ainda haver na maçonaria uma profissão de fé em valores e princípios comuns, traços típicos de religiosidade. Há inclusive na maçonaria, sustentou o ministro, uma entidade de caráter sobrenatural capaz de explicar fenômenos naturais, o “grande arquiteto do universo”, que se aproximaria da figura de um deus.

FT/AD

Fonte: http://www.stf.jus.br

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Epidemia de cólera assola a África Ocidental.

POR ADAM NOSSITER

     DACAR, Senegal - Uma epidemia de cólera está se espalhando pelas favelas litorâneas da África Ocidental, matando centenas de pessoas e contaminando muitas outras num dos piores surtos dos últimos anos na região, segundo sanitaristas.
     A propagação da doença, transmitida por fezes contaminadas, se intensificou neste ano devido a inundações em favelas de Freetown e Conacri, capitais de Serra Leoa e Guiné, respectivamente.
     Nesses dois países, cerca de dois terços da população carecem de banheiros, uma ameaça letal na época chuvosa, por causa da contaminação da água.
     A ONG Médicos Sem Fronteiras disse que o número de casos de cólera neste ano em Serra Leoa e em Guiné duplicou em relação ao mesmo período de 2007, quando, essa área teve o seu último grande surto.
     Até agora, mais de 13 mil pessoas já foram internadas nas capitais dos dois países com sintomas da doença -diarreia, vômitos, desidratação grave-, e 250 a 300 morreram, segundo especialistas da Médicos Sem Fronteiras.
     Em Serra Leoa, o governo declarou emergência nacional por causa do cólera, e na Guiné agentes humanitários disseram que o surto ainda não deve ter atingido seu auge.
     Ambos os países foram devastados por anos de conflitos civis e políticos, e Serra Leoa ainda se recupera de uma década de sangrenta guerra civil que levou milhares de pessoas de zonas rurais a fugirem para favelas em áreas urbanas.
     As chuvas já contribuíram para mortes por cólera também no Mali e no Níger, segundo autoridades sanitárias.
     Agentes humanitários dizem que o número de casos da doença altamente contagiosa continua crescendo, especialmente em Freetown, onde a maioria das pessoas mora em favelas e as crianças nadam e brincam em águas poluídas.
     "Elas chegam quase inconscientes por causa da desidratação", disse Natasha Ticzon Reyes, uma das coordenadoras dos Médicos Sem Fronteiras em Freetown.
     Já houve mais de 11,6 mil casos de cólera em Serra Leoa desde janeiro, sendo pelo menos 216 fatais, segundo a ministra local da Saúde, Zainab Bangura.
     Mais de mil novos casos por semana são registrados em Freetown, de acordo com autoridades sanitárias locais.
     Na Guiné, houve neste ano 2.700 casos, com 80 mortes. "Houve fortes chuvas durante o último mês e isso não está ajudando", disse Danicel Mouqué, dos Médicos Sem Fronteiras em Conacri.
     As casas dos pacientes são aspergidas com cloro para conter a difusão da doença, segundo Mouqué.
     Nos 14 países da África Ocidental e Central, foram registrados 40.799 casos de cólera desde o começo deste ano, com 846 mortes, sendo que mais de metade dos casos relatados tiveram origem na República Democrática do Congo -onde renovados conflitos de milícias com o governo torna a situação ainda mais delicada.
     A Unicef (agência da ONU para a infância) disse que essas cifras são comparáveis aos totais regionais para 2011, quando houve mais de 105 mil casos e quase 3.000 mortes, no que foi considerado uma das piores epidemias de cólera da região.
     Enquanto a epidemia do ano passado estava focada na região do lago Chade, abrangendo os países de Camarões, Nigéria, Chade e Níger, neste ano, o surto se concentra sobretudo no litoral.


Fluxo de refugiados sírios desafia a região.

POR RICK GLADSTONE E DAMIEN CAVE

     As agências humanitárias internacionais relataram em agosto um aumento alarmante no número de refugiados sírios, superando os cálculos da ONU e gerando temores de que a violência na Síria gere uma crise humanitária mais ampla, capaz de desestabilizar ainda mais o Oriente Médio.
     Os relatos do Acnur (agência da ONU para refugiados) e de funcionários de campos de refugiados mostram que os esforços humanitários feitos até agora são inadequados e subestimam as necessidades da população de refugiados.
     A Turquia está lutando para acomodar campos superlotados e declarou estar próxima do seu limite de 100 mil refugiados sírios. Os Exércitos libanês e jordaniano estão cada vez mais restringindo os refugiados a inóspitas zonas fronteiriças, com acomodações espartanas.
     Escolas perto da fronteira com a Síria no Iraque, um país que ainda se recupera da guerra, estão transbordando de refugiados, enquanto as crianças locais se preparam para a volta às aulas.
     Muitos refugiados são menores de 18 anos, incluindo crianças desacompanhadas. Saba Mobaslat, diretora da ONG Save the Children na Jordânia, descreveu uma área desértica e varrida pelos ventos perto da fronteira com a Síria como um "acampamento infantil".
     Na semana de 19 de agosto, a cada noite o número de pessoas entrando na Jordânia quase quadruplicava em comparação à semana anterior, segundo ela.
     Até 26 de agosto, segundo o Acnur, 214.120 refugiados haviam se registrado no Iraque, no Líbano, na Jordânia e na Turquia. A agência antes previa 185 mil refugiados registrados até o fim deste ano. Israel, tecnicamente em guerra com a Síria, não recebe esses refugiados.
     "Já ultrapassamos onde estávamos em termos de planejamento", afirmou Adrian Edwards, porta-voz do Acnur. "Teremos de revisar para cima as cifras de planejamento e a correspondente quantia em dinheiro necessária para ajudá-los".
     A agência havia orçado US$ 193 milhões para emergências e até agora recebeu um financiamento adequado, segundo Edwards.
     Nadim Noury, diretor da Human Rights Watch para Oriente Médio e Norte da África, disse que o desafio para os vizinhos da Síria não é só financeiro. "É uma questão de absorção", disse ele. "Turquia, Líbano e Jordânia estão todas preocupadas com isso."
     A questão é particularmente perturbadora para a Turquia, país que mais recebe refugiados sírios -pelo menos 78 mil já foram registrados.
     O êxodo acelerado reflete a intensificação dos combates em Damasco e Aleppo, as maiores cidades sírias, e a intensa campanha do governo do presidente Bashar Assad para esmagar os insurgentes perto da fronteira com a Jordânia, ao redor de Deraa, onde a rebelião surgiu há 18 meses.
     Mobaslat e outros funcionários na Jordânia dizem que refugiados sírios, muitos deles de Deraa, haviam sido alvejados, e que eles viajam à noite para evitar as forças governamentais sírias.
     Mas essas forças também têm lançado panfletos estimulando as pessoas a fugirem, especialmente de Aleppo, num sinal de que Assad pode estar tentando usar os refugiados como punição contra seus vizinhos, especialmente a Turquia, ex-aliada de Assad que se voltou contra ele à medida que a repressão na Síria se agravou.
     A maioria dos 51 mil refugiados sírios no Líbano se aglomera perto de duas passagens fronteiriças: a região do Bekaa, a leste de Beirute, e Wadi Khaled, ao norte. Nabil Halabi, diretor da ONG libanesa Vida pelos Direitos Humanos, que auxilia refugiados perto da fronteira do Bekaa, disse que, sem acampamentos organizados, muitas famílias de refugiados não receberão a ajuda necessária. "O número de refugiados está crescendo a cada dia, e o governo local não pode lidar sozinho com esse afluxo diário."
     No que parece ser um esforço para desestimular os refugiados a se assentarem -o que encareceria aluguéis e geraria competição por empregos-, cercas foram postas em torno de alguns acampamentos improvisados na região fronteiriça do Líbano.
     "Tenho medo de que prendam todos nós e nos mandem de volta", disse Ferhan al Kurdi, 40, em Rama, no Líbano. "Não nos sentimos protegidos."
     Mobaslat, que trabalha no novo acampamento de Zaatri, na Jordânia, a cerca de 10 km da fronteira com a Síria, disse que o ritmo das chegadas em agosto saltou de 600 por noite para mais de 2.200, e que a maioria é de Deraa, incluindo muitas crianças desacompanhadas dos pais.
     O terreno vigiado, disse ela, oferece pouca proteção contra o vento, mas quem chega não tem opção senão permanecer. "As pessoas estão fugindo de uma situação horrível para outra terrível."

     Com reportagem de Rick Gladstone, de Nova York, e Damien Cave, de Beirute; Colaboraram Kareem Fahim, do Cairo; Hwaida Saad, de Beirute; Ranya Kadri, de Amã; e Isabel Kershner, de Jerusalém


sábado, 1 de setembro de 2012

Leitura Anual da Bíblia 2012 - 2ª Edição - Período de 01 a 07 de setembro de 2012.

Ministério Igreja Sem Fronteiras

Departamento de Unidade Cristã


          Caros Irmãos,

          Além da leitura do Novo Testamento, disponibilizamos também um roteiro para a leitura anual de toda a Bíblia e iniciamos uma nova programação para este ano de 2012, pois também consideramos importante a leitura do Antigo Testamento para a compreensão da Palavra do Senhor como um todo.
          Muitos acham que o Antigo Testamento deve ser descartado, mas cremos que nele encontramos muitos ensinamentos válidos para os dias de hoje, com o devido entendimento e sabedoria. Muitas doutrinas pecam em viver nos dias de hoje aquilo que era válido para aqueles que viviam naquele tempo, sendo tais jugos quebrados pela vinda, morte e ressurreição do nosso Senhor Jesus.
          Não perca sua motivação nessa leitura!
          A parcela lida a cada dia parece ser pequena em relação a todo o conteúdo bíblico, mas com o tempo você perceberá a sua evolução e verá que a leitura de toda a Bíblia não é uma tarefa impossível.
            Se você ainda não começou a sua leitura, escolha um dia do roteiro abaixo – melhor que seja o dia de hoje, em que você acessou o nosso blog – e siga em frente. No próximo ano, você completará o plano de leitura. Combinado, então?
          Aconselhamos a orar antes de ler a Palavra, e manter-se em oração durante todo o ano, pois assim o Espírito Santo irá lhe revelar mistérios ocultos nas letras.

          Mês de setembro de 2012:
                                                                                                                                   
Dia 01 -

; 1 Crônicas 16 e 17
; Zacarias 5, 6 e 7
Dia 02 -

; 1 Crônicas 18 a 21
; Zacarias 8 e 9
Dia 03 -
João 6
; 1 Crônicas 22 e 23

Dia 04 -

; 1 Crônicas 24, 25 e 26
; Zacarias 10 e 11
Dia 05 -
João 7
; 1 Crônicas 27
; Zacarias 12 e 13
Dia 06 -
João 8
; 1 Crônicas 28 e 29

Dia 07 -
Malaquias 1, 2 e 3
; 2 Crônicas 1, 2 e 3
; Zacarias 14


       Segue abaixo a Estatística da nossa leitura:

Estatística

Período de leitura: de 01jan a 31dez de 2012.
Com as leituras acima, ficaremos assim:
Quantidade de dias: 366
Dias cumpridos: 251
Dias a cumprir: 115

Quantidade de versículos: 31.103
Versículos lidos: 21.529
Versículos a serem lidos: 9.562

Média de 86 versículos ao dia
Porcentagem lida da Bíblia: 69,25%

Fiquem na paz do nosso Senhor Jesus.

Leitura do Novo Testamento 2012 - 2ª Edição - Período de 01 a 07 de setembro de 2012.

Ministério Igreja Sem Fronteiras
Departamento de Unidade Cristã

          Caros Irmãos,

          O Ministério Igreja Sem Fronteiras prepara, todos os anos, um roteiro de leitura bíblica, tanto de toda a Bíblia, quanto somente do Novo Testamento.
          Com a leitura do Novo Testamento, passaremos pelos quatro evangelhos, procurando manter a ordem cronológica dos acontecimentos, desde a anunciação da vinda do nosso Senhor Jesus até a Sua crucificação e ascensão aos Céus.
          Para isso, começamos a leitura próximo ao Natal, no dia 19 de dezembro de 2011, e fomos até às semanas posteriores à Páscoa de 2012, aproximadamente.
          Após isso, então, entramos numa segunda fase, iniciando com o livro de Atos dos Apóstolos, seguindo com as Epístolas, até chegar em dezembro de 2012 no livro das Revelações, o Apocalipse.
          Boa leitura!
          
         Mês de setembro de 2012:

Dia 01 -
1 Coríntios 14.20-40


Dia 02 -
1 Coríntios 15.1-28


 Dia 03 -
1 Coríntios 15.29-58


Dia 04 -
1 Coríntios 16


Dia 05 -
2 Coríntios 1


Dia 06 -
2 Coríntios 2


Dia 07 -
2 Coríntios 3




Segue abaixo a Estatística da nossa leitura:

Estatística

Período de leitura: de 19/12/2011 a 18/12/2012.
Quantidade de dias: 366
Dias cumpridos: 264
Dias a cumprir: 102
Quantidade de versículos: 7.957
Versículos lidos: 5.732
Versículos a serem lidos: 2.225
Média de 22 versículos ao dia.
Cumpridos 72% de nossa meta.

Fiquem na paz do nosso Senhor Jesus.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Combate ao crack: missão de quem não desiste.

Januario Montone

Pedem internação involuntária. Saibam que 11% dos casos são assim. Depois da crise, porém, o poder público nada pode fazer se há desistência do tratamento

          Em julho de 2009, dias 23 e 24, a Folha registrava que "80% dos moradores de rua (...) recusaram tratamento", segundo os repórteres que acompanharam dois dias de trabalho dos agentes de saúde da Prefeitura abordando 332 pessoas, no início da Ação Integrada Centro Legal.
          Em agosto deste ano, dias 2 e 3, em reportagem e editorial, a Folha destacou que "70% (dos usuários de crack) nunca receberam oferta de tratamento", segundo pesquisa da Unifesp que entrevistou 151 usuários de crack na região central.
          O que mudou? Temos os registros das 4.218 internações feitas nesses três anos, 2.487 delas específicas para dependência, resultado das mais de 215 mil abordagens dos agentes.
          Tudo foi colocado à disposição da mídia em diversos momentos. Especialistas e pesquisadores, com base em 151 entrevistas, apontam as falhas desses três anos de trabalho. Em editorial, a Folha cobra uma resposta mais eficaz que inclua a internação involuntária ("Cumpra-se a lei", no dia 3 de agosto). Saibam que 11% das internações referidas foram involuntárias, na forma da lei.
          Parece que se baseiam nos tratamentos feitos na vida privada, onde quem pode pagar aciona um "serviço de remoção de emergência", interna seu "ente querido" e, quando ele, depois da crise, quiser sair, a família o mantém internado.
          Se a família pode fazer isso, e há controvérsias, o poder público não pode. Fora da crise, prevalece a vontade do indivíduo.
          Daí resulta que 52% das 2.149 altas nesse período foram por desistência do tratamento. Poderíamos engordar as estatísticas com os 906 casos de desistência antes das primeiras 24 horas, o que não caracteriza internação.
          Talvez nossos especialistas devessem olhar para a saída do sistema púbico e não para a entrada.
          Em Portugal, por exemplo, o dependente é obrigado a aderir a um dos tratamentos oferecidos pelo Estado e sofre restrições, como proibição de frequentar certas áreas, em caso de reincidência.
          Claro que existem falhas, mas, na cidade de São Paulo, não é verdade que os dependentes estejam abandonados à própria sorte. Temos a maior e mais diversificada estrutura de atendimento do país, com 135 equipamentos e investimentos próprios de R$ 200 milhões ao ano, porém ela tem seus limites. É limitada pela ampla e irrestrita oferta de crack e outras drogas que aqui chegam livremente, pela legislação e pela prática federal de mascarar sua omissão com programas pontuais, que não financia integralmente e se reduzem a marcas midiáticas.
          A Aids está sendo vencida porque há um consenso técnico-científico sobre seu enfrentamento, dependendo apenas da decisão política de fazer ou não fazer. No combate às drogas, não há nem mesmo um consenso social. Queremos de fato combater o uso de drogas?
          Chega a ser deprimente que esse pequeno e absolutamente degradado contingente de moradores em situação de rua crônicos, majoritariamente dependentes de tabaco, álcool e outras drogas, seja escandalosamente usado como estandarte num debate estéril, embora retumbante.
          Felizmente, enquanto isso, centenas de profissionais de saúde, absolutamente comprometidos no dia a dia com ações voltadas a essa população duplamente vulnerável, continuam trabalhando, como vêm fazendo nesses três anos. São imprescindíveis, pois não desistem. Seu trabalho não é retumbante nem estéril.

JANUARIO MONTONE, 57, é secretário nunicipal de Saúde de São Paulo. Foi diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

Fonte: www1.folha.uol.com.br