Visitantes:

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Jovens médicos em áreas remotas.

TENDÊNCIAS/DEBATES
JOSÉ OTÁVIO COSTA AULER JÚNIOR

Uma resolução recente da Comissão Nacional de Residência Médica tenta direcionar para essas regiões profissionais recém-formados

          Recente portaria interministerial, de número 2.087, que dispõe sobre o programa de valorização do profissional de atenção básica, procura corrigir um grave aspecto de nosso cenário social: a falta de assistência médica nas regiões remotas do país.
          É sabido que nessas áreas, afastadas dos maiores conglomerados urbanos, grande parte da população por vezes atravessa toda a sua existência sem qualquer contato com algum profissional da saúde. Atacar esse problema é um acerto dos ministérios da Saúde e da Educação que tem o nosso apoio.
          No entanto, há um equívoco que poderá afetar tanto o atendimento da população quanto a formação de nossos profissionais. Uma resolução da Comissão Nacional de Residência Médica, apresentada sem o devido diálogo, tenta direcionar médicos recém-formados, ainda não preparados para a prática da medicina, para essas regiões. Qual é a moeda de troca?
          Conferir aos candidatos a concursos de residência médica que tiverem participado desse programa bônus de 10% ou 20% na nota de ingresso. Isso considerando que permaneçam um ou dois anos nas regiões consideradas na portaria. Assim, dificilmente essa iniciativa conseguirá fixar médicos fora dos grandes centros. Trata-se de um equívoco, portanto.
          Esses médicos recém-formados, por ainda não possuírem a qualificação e a maturidade necessárias, acabarão expondo a si próprios e a seus pacientes à prática defeituosa da medicina, o que constitui uma situação perversa e danosa. Após um ou dois anos, irão regressar para os grandes centros com o cheque do bônus e competindo em vantagem com aqueles que não foram selecionados ou não se dispuseram a participar do programa.
          O referido bônus compromete o pilar que sustenta os concursos públicos e universais: o mérito do conhecimento teórico e prático -nesse caso, amalgamado em seis anos do curso de medicina.
          O Brasil forma 16 mil médicos por ano. Apenas 12 mil desses terão acesso a programas credenciados de residência médica. A residência tem deixado de ser optativa, constituindo-se em programa necessário para o complemento da prática profissional.
O que sugerimos aos órgãos governamentais é uma política corajosa, que amplie as vagas e fiscalize os programas de residência, de tal modo que todo recém-formado tenha oportunidade de consolidar seus conhecimentos em diversas áreas, incluindo aquela da atenção primária.
          Esse programa dos ministérios será vitorioso se investir na própria sustentabilidade. É fundamental direcionar às áreas carentes médicos que já tenham cursado a residência, com contratos de trabalho e remuneração justos, para que possam se fixar e criar raízes nessas regiões.
          Esses profissionais deverão estar inseridos nas redes de cuidados e amparados por recursos tecnológicos, colaboração de especialistas e centros de referenciamento, além de programas de educação permanente. Estabelecido esse novo cenário, o sistema público dará um enorme salto qualitativo no quesito atenção primária à saúde.

JOSÉ OTÁVIO COSTA AULER JÚNIOR é vice-diretor da Faculdade de Medicina da USP e professor titular da mesma instituição

Fonte: Folha de São Paulo on-line – edição de 07 de outubro de 2011.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Poder da Esposa que Ora.

          Veja a mensagem que está na contracapa do livro "O Poder da Esposa que Ora" de Stormie Omartian, publicado pela Editora Mundo Cristão:

"Orar pode mudar tudo

- Não adianta insistir...Não nos entendemos mais.
- Eu e meu marido somos felizes, mas há momentos em que de fato não sei como agir...
- Minha melhor amiga vai se divorciar: como posso ajudá-la a salvar e renovar seu casamento?

          Lares são destruídos porque os cônjuges acreditgam que tudo foi tentado e que não vale a pena investir no casamento.

          Se essas situações são esporádicas; se elas refletem completamente sua vida ou a de alguém a quem você ama, acredite: há uma solução. Através de exemplos de relacionamentos - incluindo o da própria autora - que apresentavam os mais diversos tipos de problemas, Stormie Omaritan mostra como Deus pode mudar uma situação aparentemente irremediável, mediante a oração constante e perseverante da esposa. Você acha que existe alguma coisa impossível para Deus?

          Veja o que a autora e outras mulheres aprenderam. Você quer tentar?"

          Então, leia este livro. Nós recomendamos.

domingo, 16 de outubro de 2011

Psicóloga defende projeto terapêutico individual para dependentes de álcool e outras drogas.

Paula Laboissière
Reporter da Agência Brasil
Brasiília

O Conselho Federal de Psicologia se manifestou hoje (5), durante reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS), de forma contrária à implantação no país de comunidades terapêuticas para usuários de álcool e outras drogas.
“Nos últimos anos, tivemos um avanço social no sentido de entender que o uso de drogas não é uma falha moral, uma decisão da pessoa. A gente entende hoje o uso abusivo de álcool e de outras drogas como uma doença e cada pessoa necessita de um projeto terapêutico singular”, explicou a representante do Conselho Federal de Psicologia, Maria Ermínia Ciliberti.
Ela lembrou que, em alguns casos registrados no Brasil, o álcool e as drogas aparecem como uma espécie de muleta, acobertando um cenário mais complexo do uso da substância. Um dos exemplos mencionados trata do consumo do crack em canaviais como uma alternativa para que os trabalhadores deem conta da longa e exaustiva jornada.
Pouco antes da fala de Maria Ermínia, o coordenador nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori Kinoshita, informou que o governo planeja criar unidades de acolhimento para usuários de álcool e outras drogas utilizando como referência a experiência de comunidades terapêuticas.
A ideia, segundo ele, é implantar tais unidades dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). O tratamento, de acordo com Kinoshita, será continuado e não mais pontual. A estratégia da pasta é investir em quatro eixos: ampliação do acesso, qualidade do tratamento, ações intersetoriais, e ações de prevenção.

Edição: Juliana Andrade

sábado, 15 de outubro de 2011

Tempo da travessia.

MARINA SILVA

          Faz um ano que fomos às urnas escolher presidente, governadores, senadores e deputados. Ainda hoje repercute o patamar de votação -quase 20 milhões de votos, levando as eleições para o segundo turno- que eu e o empresário ambientalista Guilherme Leal conseguimos, representando um projeto de desenvolvimento sustentável para o país.
          Venho, assim, com justa razão, suscitando análises, criticas e avaliações quanto a possíveis desdobramentos de meu papel no intrincado cenário de nossa realidade política.
          Em recente palestra no Rio de Janeiro, encontrei o deputado do PV francês Daniel Cohn-Bendit. Ele referiu-se à baixa expectativa, no passado, de que ocorressem fatos históricos que levaram ao fim estruturas e sistemas que pareciam inamovíveis, como a queda do Muro de Berlim, o fim da Guerra Fria ou a existência da Comunidade Europeia. E, no presente, quem imaginaria a queda de algumas ditaduras no mundo árabe, onde o Egito é o exemplo mais eloquente?
          Dialogando com Daniel, permiti-me ser mais uma analista de meu próprio caso e lembrei que, até meados de 2008, ninguém, nem eu mesma, seria capaz de preconizar o que aconteceria nas eleições de 2010, ou seja, uma candidatura a presidente, com plataforma de sustentabilidade socioambiental, surpreender num cenário político em que o script eleitoral havia sido minuciosamente ensaiado para ser apenas uma espécie de plebiscito entre as principais forças políticas, PT e PSDB, que passaram a ocupar a cena de nossa crônica e empobrecedora polarização partidária.
          Sem pretensão de sair de meu incômodo lugar de objeto de análise para o talvez menos incômodo lugar de analista, ouso dizer aos que supõem prever os fados da política só com base em correlações de dados pretéritos ou em tendências que sejam bem-vindos à era do imponderável, do imprevisível. Quem poderia afirmar, há 10 ou 15 anos, que os países ricos perderiam sua aura de inexpugnáveis e teriam que lidar abertamente com seus erros, tendo que enquadrar-se nas fórmulas e receitas de "sucesso" que nos ensinaram e prescreveram?
          Diante de tantas incertezas dos outros e minhas, foi em Condeúba (BA) que encontrei na poesia de Fernando Pessoa uma excelente metáfora para minhas buscas de respostas.
          Estava lá para o encerramento da Campanha da Fraternidade e, graças ao refinamento do padre Juliano, conheci estes versos de Pessoa: "Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos".

MARINA SILVA escreve às sextas-feiras nesta coluna.

Fonte: Folha de São Paulo on-line – edição de 07 de outubro de 2011.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Igrejas e ONGs definem eleição em Conselho Tutelar.

Disputa acontece no próximo domingo em São Paulo; 1.012 candidatos tentam uma das 220 vagas disponíveis

Conselheiros são responsáveis por cuidar dos direitos das crianças; só 2% dos eleitores vão às urnas

AFONSO BENITES
DE SÃO PAULO

          Uma eleição praticamente invisível, onde há quase cinco concorrentes por vaga e a influência de igrejas, partidos políticos e ONGs. Esse pleito está previsto para ocorrer no próximo domingo em toda a cidade de São Paulo.
          Na ocasião, serão eleitos os 220 conselheiros tutelares. Cada um dos 44 conselhos tem cinco membros. Para efeito de comparação, na última eleição para escolha dos 55 vereadores paulistanos, em 2008, a relação de candidato por vaga foi de 19,6. Foram 1.077 concorrentes.
          A expectativa dos organizadores é que apenas 2% dos 8,4 milhões de eleitores participem do pleito. Isso representa cerca de 200 mil votantes, 50 mil a mais do que na última eleição de conselheiros, ocorrida há três anos.
          Pesquisadores e promotores de Justiça que atuam na área da proteção da criança e do adolescente consultados pela Folha atribuem a baixa participação da população na disputa a três fatores: o voto é facultativo, há pouca divulgação e os cidadãos não sabem quais são as atribuições dos conselheiros tutelares.
          Criado em 1990 pelo ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), o Conselho Tutelar tem como função defender os direitos de quem tem menos de 18 anos de idade.
          São eles que atendem as crianças e os adolescentes que tiveram seus direitos ameaçados ou violados. O conselho também é responsável por quem comete algum ato infracional. O eleito pode disputar apenas uma reeleição. O salário é de R$ 1.416.
          Dos 1.012 concorrentes a uma vaga, ao menos 22 tem relação com igrejas, partidos e ONGs. São diretores de associações, militantes partidários, pastores, pais de santo e padres. Os concorrentes admitem a relação. "Com o apoio da associação posso conseguir ajudar as crianças", disse o músico, pintor e candidato a conselheiro no Campo Limpo (zona sul), Josenildo Barros.
          Ele é vice-presidente de uma associação de moradores. Se eleito, ele quer ter influência política. "Tenho ideias muito loucas para implantar na prefeitura."
          A coordenadora do Centro Regional de Atenção aos Maus-Tratos na Infância, Lígia Caravieri, diz ser notória a participação de instituições. "É normal a pessoa ter ambição política. Mas não pode usar o conselho para isso."
          A promotora que investiga fraudes no pleito, Luciana Bergamo, diz que a lei não impede apoios. "O que não pode é usar essas estruturas para cometer irregularidades."

Fonte: Folha de São Paulo on-line – Edição de 10 de outubro de 2011.

Opinião do Ministério Igreja Sem Fronteiras: Cremos que seja uma boa oportunidade da igreja participar na melhoria da nossa sociedade, claro que deixando de lado as ambições políticas, mas apenas aproveitando a estrutura do Estado e auxiliá-lo nesse papel.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Heterossexuais 'engrossam' Parada LGBT em Copacabana

JOÃO PAULO GONDIM
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO

          Engrossada por muitas famílias de heterossexuais, a 16ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) reuniu ontem cerca de 300 mil pessoas na orla de Copacabana, no Rio, segundo a Polícia Militar.
          Quinze trios elétricos circularam pela avenida Atlântica e agitaram o público com músicas de discoteca e canções de Ivete Sangalo, Lady Gaga e Sandy & Júnior.
          Milhares de preservativos foram distribuídos. A Defensoria Pública do Estado montou um posto de assessoria jurídica no local.
Segundo Cláudio Nascimento, coordenador do projeto Rio Sem Homofobia do governo do Estado, a marcha comemorou o reconhecimento da união civil de homossexuais pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em maio.
          "Essa iniciativa foi proposta pelo governo do Estado do Rio e é uma conquista para todo o Brasil. Também aproveitamos o evento para chamar a atenção do Congresso Nacional, pois queremos, finalmente, a criminalização da homofobia", disse.
          Idealizador da parada em 1995, ele disse que a expectativa era de receber 1,5 milhão de pessoas no ato. "Mas esse quantitativo não é o mais importante. O essencial é que a parada é um evento prestigiado por toda a sociedade."
          Moradora do bairro, a nutricionista Isabela Sampaio, 34, levou os dois filhos, uma menina de 11 e um garoto de 7 anos. "Acho a parada um programa muito animado. Além disso, é bom aprender desde cedo a conviver pacificamente com a diversidade sexual", disse Sampaio.

Fonte: Folha de São Paulo on-line – Edição de 10 de outubro de 2011.

Comentários: A notícia encontra-se atrasada, mas serve para nos mostrar os valores e prioridades da nossa sociedade.

Consórcios crescem e atraem até igrejas.

Pastores evangélicos recorrem à modalidade com o objetivo de parar de pagar aluguel e montar a própria sede

Acesso mais fácil a crédito e menor burocracia estimulam grupos que atendem públicos específicos

FELIPE VANINI BRUNING COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

          A venda de consórcios no país -que cresceu à taxa de 37% em volume liberado negociado no acumulado do ano até agosto, não deixa nada de fora. Ou pouca coisa.
          De fazendas a igrejas, de próteses dentárias a silicone, quase tudo pode ser encaixado em um consórcio.
          A menor burocracia estimula a formação de grupos focados em públicos específicos, com menos acesso a linhas de crédito.
          É o caso das igrejas evangélicas. "Mesmo não tendo fins lucrativos, igrejas têm direito a linhas de financiamento", diz Roberto Quiroga, sócio do escritório de advocacia Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga.
          No entanto, segundo especialistas, são pouco comuns as liberações de crédito para essas instituições.
          Uma das razões para isso é a falta de comprovação de rendimentos.
          A empresa de consórcios FBJ Representações lançou na Expocristã 2011 (evento de produtos e serviços para cristãos), realizada em setembro em São Paulo, uma modalidade direcionada especificamente a esse público.
          "A ideia é que o pastor ou a igreja que está alugando um templo possa ter recursos para construir sua própria sede", afirma Delmar Borges, dono da FBJ.
          A FBJ vai até as igrejas para explicar aos fiéis como funciona o consórcio.
          "Será que a igreja iria guardar o dinheiro do consórcio? Para a gente colher, tem de plantar", diz ele.

SERVIÇO
          Mas a gama de opções é muito mais ampla.
          "Você pode comprar um consórcio para o casamento para, por exemplo, arcar com os custos do vestido da noiva", diz Paulo Rossi, presidente da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio).
          "Se, por algum motivo, o casamento não der certo, o dinheiro pode ser usado para viajar e esquecer da tragédia amorosa", explica.
          Segundo ele, existem cerca de 220 administradoras de consórcio no país, mas apenas 30 delas atuam no nicho de serviço.
          O número de participantes mais do dobrou, de 5.000 para 12.500 de agosto de 2010 até o mesmo mês deste ano.
         No entanto, ainda é pequeno comparado ao consórcio de motocicletas, carro-chefe do setor, com mais de 2 milhões de participantes.
          A líder no segmento de serviço -que foi autorizado pelo Banco Central em 2009- é a Rodobens.
         "Esse é um produto interessante principalmente em casos de eventos programados, como reformas ou um intercâmbio", afirma Francisco Coutinho, superintendente-executivo da Rodobens Consórcio.

POUCA ADERÊNCIA
          A Porto Seguro, Bradesco e Caixa Econômica Federal são algumas das grandes empresas do setor que não oferecem esse tipo de consórcio.
          "Fizemos estudos e não consideramos viável esse consórcio", diz William Rachid Jr., superintendente da Porto Seguro Consórcios
          Segundo ele, essa modalidade teria pouca aderência do consumidor.

Fonte: Folha de São Paulo on-line – Edição de 10 de outubro de 2011.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Leitura Anual da Bíblia - Período de 12 a 18 de outubro de 2011.

Ministério Igreja Sem Fronteiras

Departamento de Unidade Cristã


          Corpo de Cristo,

          Além da leitura do Novo Testamento, disponibilizamos também um roteiro para a leitura anual de toda a Bíblia.
          É uma maravilha, pois também consideramos importante a leitura do Antigo Testamento para a compreensão da Palavra do Senhor como um todo.
          Muitos acham que o Antigo Testamento deve ser descartado, mas cremos que nele encontramos muitos ensinamentos válidos para os dias de hoje, com o devido entendimento e sabedoria. Muitas doutrinas pecam em viver nos dias de hoje aquilo que era válido para aqueles que viviam naquele tempo, sendo tais jugos quebrados pela vinda, morte e ressurreição do nosso Senhor Jesus.
          Não perca sua motivação nessa leitura!
          A parcela lida a cada dia parece ser pequena em relação a todo o conteúdo bíblico, mas com o tempo você perceberá a sua evolução e verá que a leitura de toda a Bíblia não é uma tarefa impossível.
            Se você ainda não começou a sua leitura, escolha um dia do roteiro abaixo – melhor que seja o dia de hoje, em que você acessou o nosso blog – e siga em frente. No próximo ano, você completará o plano de leitura. Combinado, então?
          Aconselhamos a orar antes de ler a Palavra, e manter-se em oração durante todo o ano, pois assim o Espírito Santo irá lhe revelar mistérios ocultos nas letras.
                   

          Mês de outubro de 2011:
                       
Dia 12 -
Apocalipse 5 e 6

; Neemias 7
Dia 13 -


; Neemias 8, 9 e 10
Dia 14 -
Apocalipse 7
; Salmos 102
; Neemias 11
Dia 15 -
Apocalipse 8 e 9
; Salmos 103
; Neemias 12
Dia 16 -
Apocalipse 10 e 11
; Salmos 104
; Neemias 13
Dia 17 -
Apocalipse 12 e 13
; Salmos 105
; Ester 1
Dia 18 -

; Salmos 106
; Ester 2, 3 e 4


       Segue abaixo a Estatística da nossa leitura:

Estatística

Período de leitura: de 01jan a 31dez de 2011.
Com as leituras acima, ficaremos assim:
Quantidade de dias: 365
Dias cumpridos: 282
Dias a cumprir: 83

Quantidade de versículos: 31.103
Versículos lidos: 24.909
Versículos a serem lidos: 6.194

Média de 88 versículos ao dia
Porcentagem lida da Bíblia: 80%

Fiquem na paz do nosso Senhor Jesus.

Leitura do Novo Testamento - Período de 12 a 18 de outubro de 2011.

Ministério Igreja Sem Fronteiras

Departamento de Unidade Cristã


Corpo de Cristo,

          Continuando a leitura do Novo Testamento, terminamos a leitura dos evangelhos, procurando manter a ordem cronológica dos acontecimentos, desde a anunciação da vinda do nosso Senhor Jesus até a Sua crucificação e ascensão aos Céus.
Para isso, iniciamos a leitura no dia 19 de dezembro de 2010, próximo ao Natal, e, pela nossa programação, terminamos no dia 6 de junho de 2011.
Desde então, entramos numa segunda fase, iniciando com o livro de Atos dos Apóstolos, seguindo com as Epístolas, até chegar em dezembro de 2011 no livro das Revelações, o Apocalipse.
Com a leitura dos Evangelhos, seguimos os passos do Senhor Jesus aqui na Terra, ensinando e curando; passamos pela sua crucificação, morte, ressurreição e ascensão aos céus. Passeamos pelo Livro de Atos dos Apóstolos, vivenciando a propagação dos ensinos do Filho de Deus, e pela Epístola de Paulo aos Romanos, considerada a maior, mais rica e mais abrangente declaração da parte de Paulo sobre o evangelho.
Passamos pela Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios, onde são tratados alguns problemas relacionados à igreja e pela Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios, repleta de expressões de emoção profunda, trasmitidas por Paulo, para exortação e encorajamento frente às adversidades sofridas pela Igreja em Corinto.
Entramos, agora, na Epístola de Paulo aos Gálatas, caracterizada como uma sentinela da verdade de que a salvação é uma dádiva da graça de Deus, que não é ganha, nem é merecida, mas recebida somente pela fé.
Não perca sua motivação!
Se você ainda não começou a sua leitura, escolha um dia do roteiro abaixo – melhor que seja o dia de hoje, em que você acessou o nosso blog – e siga em frente. No próximo ano, você completará o plano de leitura. Combinado, então?
          
         Mês de outubro de 2011:
         Tema: Epístola de Paulo aos Gálatas

Dia 12 -
Gl 1
Dia 13 -
Gl 2
Dia 14  -
Gl 3
Dia 15  -
Gl 4
Dia 16 -
Gl 5
Dia 17 -
Gl 6
Dia 18 -
Ef 1


Segue abaixo a Estatística da nossa leitura:

Estatística

Período de leitura (de Atos dos Apóstolos até Apcalipse): de 07jun a 31dez2011.
Com as leituras acima, ficaremos assim:
Quantidade de dias: 239
Dias cumpridos: 125
Dias a cumprir: 114
Quantidade de versículos: 4.178
Versículos lidos: 2.305
Versículos a serem lidos: 1.873
Média de 18 versículos ao dia.
Cumpridos 55% de nossa meta.

Fiquem na paz do nosso Senhor Jesus.

domingo, 9 de outubro de 2011

Nossos problemas - Solução do Mundo.

Casamento com prazo de validade pode ser adotado no México.

A Assembleia Legislativa da Cidade do México vai discutir uma mudança no Código Civil para implantar contratos de casamento que possam ser renovados a cada dois anos, caso os cônjuges queiram continuar com o relacionamento. 

A proposta, que deve ser discutida na Comissão de Administração da assembleia, visa reduzir o número de divórcios, garantir o sustento dos filhos e agilizar o processo administrativo no caso do fim do casamento.

O contrato de dois anos seria opcional e evitaria o excesso de trabalho no setor do Judiciário que cuida de divórcios. O casal que optasse pelo contrato temporário poderia ver se o casamento funciona durante o período de dois anos.

"Dois anos é um tempo mínimo que já permite conhecer e avaliar como é a vida do casal. Se o casal renova (o contrato), isto vai significar que há um entendimento com seu parceiro, que as regras estão claras e que os dois cônjuges tenham certeza jurídica de seus direitos e deveres", disse à BBC a deputada Lizbeth Rosas Montero, que faz campanha pela proposta.
Para a deputada, esta mudança no Código Civil vai favorecer as "relações mais saudáveis e harmoniosas entre casais, ajudaria a restabelecer o tecido social e a estabilidade das famílias", que seriam poupadas do trauma e dos custos de um divórcio.

O contrato temporário de casamento também prevê uma série de acordos que seriam firmados entre o casal antes do casamento.

Nestes acordos, os cônjuges poderiam determinar, por exemplo, quanto dinheiro cada um pagaria para manter os filhos ou o tempo em que se pagaria uma pensão em caso de separação.
  
Oposição

Alguns deputados da Cidade do México já se pronunciaram contra o casamento "renovável", alegando que este contrato vai contra o conceito tradicional de casamento "para toda a vida".

Organizações conservadoras, como a União Nacional de Pais de Família, também já se pronunciaram contra a proposta. "Inicialmente pensei que era uma piada de mau gosto", disse a diretora da organização, Consuelo Mendoza, à BBC.

"Este tipo de iniciativa cria uma cultura do descartável em temas importantes para a sociedade. Se os pais tem problemas, primeiro precisam procurar outras soluções", disse Mendoza. "Imagine o impacto emocional que teria para um filho. A angústia de pensar, a cada dois anos, se mamãe e papai vão renovar o contrato", acrescentou.

Na Cidade do México cinco em cada dez casamentos terminam em divórcio. Desde que o chamado Divórcio Expresso entrou em vigor em 2008 na capital mexicana, uma medida que permite o fim do casamento em quatro semanas, ocorreram cerca de 60 mil divórcios na capital mexicana.